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Unidade, Firmeza e Solidariedade caracterizam a 7° Cúpula Presidencial da ALBA
Viva Cuba! Viva Fidel! Viva Raúl! Assim recebeu o Presidente Comandante Chávez ao presidente cubano Raul no aeroporto da caribenha Cubaná,
Jorge Martín Blandino | Gramma | 30-4-2009 a las 2:29 | 603 lecturas
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Raúl e Chávez recebem Evo Morales

Chávez iniciou a reunião cumprimentando todas as delegações presentes e a seguir passou a analisar com sólidos argumentos a atual crise econômica internacional, o caráter criminoso, ilegal e injusto do bloqueio a Cuba e sua absurda exclusão do sistema interamericano.

De imediato, cedeu a palavra ao presidente cubano. Raúl utilizou o mínimo de palavras possíveis para expor as causas e consequências da atual crise econômica mundial e o absurdo de tentar superá-la mediante mecanismos que como o Fundo Monetário Internacional, contribuíram a acirrar seus efeitos.

Salientou a importância de que as soluções partam do maior consenso mundial possível e não de acordos entres uns poucos países poderosos.

"Não temos outra opção que unirmos para enfrentar a crise econômica", afirmou Raúl em sua intervenção

O presidente cubano ressaltou a contribuição que pode fazer o Sistema ünico de compensação Regional (Sucre) na busca de uma maior independência econômica.

"Nossas nações não tê a capacidade, por si sós, de transformar a ordem econômica internacional, mas sim o poder de sentar novas bases e construir suas prórpias relações econômicas", afirmou.

  Ratificou igualmente a vocação solidária de Cuba com os povos da América Latina e do Caribe. A seguir, interviram os presidentes da Bolívia, Honduras, Nicarágua e Paraguai; e os primeiros-ministros de Dominica e de São Vicente e as Granadinas, este último solicitou oficialmente o ingresso de seu país à Alba.

Também falaram o chanceler do Equador e o presidente da Assembleia Geral da o­nU, Miguel D’Escoto. Todos eles concordaram com os documentos submetidos à consideração da Cúpula, seu apoio a Cuba e a rejeição ao bloqueio.

Raúl agradeceu em nome do povo cubano e de Fidel estas sinceras manifestações solidárias para com nossa Pátria, ideia que compartilham a imensa maioria dos páises, salvo as poucas e conhecidas exceções.

Respeito à OEA, assinalou que não ia responder as declarações de seu secretário-geral, pois Fidel já tinha feito isso numa de suas relfexões. Assinalou que a história dessa organização ressuma sangue por todas partes.

Lembrou o ignominioso papel desempenhado pela OEA nas agressões contra o povo da Guatemala na década dos anos 50 e posteriormente sua cumplicidade nos ataques e atos de terrorismo contra Cuba, causantes de vários milhares de vítimas.

Assinalou, como exemplos, a epidemia provocada da dengue hemorrágica, a derrubada do avião cubano em Barbados que provocou a morte de 73 pessoas e a invasão mercenária da Baía dos Porcos.

Não nos expulsaram da OEA nos inícios de 1961 — disse —, para que tal organização pudesse reconhecer o governo fantoche que pretendia transladar os Estados Unidos até a cabeça de praia que tentaria ocupar em Cuba, o qual solicitaria de imediato a invasão das forças armadas norte-americanas, ação que teria custado centenas de milhares de vítimas a nosso povo, como ocorreu na Guatemala sem que se produzisse o menor protesto da OEA.

Raúl esclareceu que em janeiro de 1962 sim expulsaram Cuba, porque o que se planejava era a invasão direta do exército dos Estados Unidos. Essa é a triste realidade que conduziu à chamada Crise dos Mísseis em outubro de 1962, concluiu.

Lembrou que o governo cubano expressou publicamente a disposição a discutir com as autoridades norte-americanas sobre qualquer tema, baseados no respeito absoluto à soberania e à autodeterminação dos povos.

Respeito à acusação pelas condenações aos mercenários pagos pelos Estados Unidos e terroristas sancionados pelas leis cubanas, o presidente cubano ratificou a disposição de libertá-los, se libertam nossos Cindo Heróis presos em cárceres do império.

Às desculpas solicitadas de Raúl por ter tomado novamente a palavra, Chávez respondeu com um: "Falou Cuba!", seguida de um abraço e a ovação dos presentes.

Concluída a sessão, os presidentes foram até o parque Ayacucho, situado na zona histórica da cidade, para colocar uma oferenda floral perante a estátua do Grande Mariscal Sucre. Ali os esperava uma grande quantidade de habitantes de Cumaná transbordando entusiasmo.

A jornada finalizou com a visita ao Quartel Sucre, acampamento militar o­nde Chávez se destacou sendo um jovem tenente. Em tal local, perante a tropa formada, afirmou o presidente venezuelano, começaram a surgir suas inquietudes políticas.

CHEGADA A CUMANÁ

Chávez lhe deu as boas-vindas no aeroporto da cidade venezuelana de Cumaná e ambos receberam minutos depois a Evo Morales

Viva Cuba! Viva Fidel! Viva Raúl!

Assim recebeu Chávez ao presidente cubano no aeroporto da caribenha Cubaná, sob o ardente sol desta cidade de clima similar ao Leste de nossa Pátria.

Ambos os presidentes, em encontro improvisado com a imprensa, abordaram entre outros temas os recentes avanços dos povos latino-americanos e caribenhos, e destacaram que abril historicamente é um mês de grandes vitórias populares, como as de Cuba em 1961 perante a invasão mercenária e a da Venezuela no ano 2002 frente ao golpe de Estado reacionário.
 

 

 

 
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