DL - Diferentes meios burgueses, incluído o jornal El Progreso de Lugo, informam de um ataque colectivo a umha loja da multinacional Benetton nessa cidade.  O ataque terá provocado destroços no local e na roupa exposta no referido negócio. Polos vistos, um grupo de sete pessoas disfarçadas entrou no local e, após pedir que as trabalhadoras e clientes o abandonassem, danificárom computadores, roupa, mobília e alarme antirroubo. Até aí, a informaçom consensual. 
Enquanto meios como El Progreso, ABC ou La Voz de Galicia falam de "vandalismo" ao nom existirem "chamadas reivindicativas", noutros meios digitais fala-se de "vendaval anarquista", assinalando a realizaçom de pintagens do á circulado e da frase "marichiwe" ("cem vezes venceremos", em língua mapuche), atribuindo o ataque a umha "vingança contra umha das multinacionais repsonsáveis pola exploraçom e repressom do povo mapuche no Chile", como pode ler-se no site klinamen.
Seja como for, o certo é que o povo mapuche sim mantém um litígio com a multinacional Benetton, já que os irmaos Carlo e Luciano (proprietários da firma) possuem 970.000 hectares de terras mapuche da Argentina, o que os converte nos maiores latifundiários do país austral. Desde 2002, numerosas famílias mapuche tenhem sido expulsas das suas terras, depois da compra das mesmas pola multinacional têxtil.
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