Sob a legenda “selecçons nacionais, direito popular”, as e os siareiros galegos organizam mais um ano partido de futebol de Natal para esigir o direito a que as equipas do país compitam oficialmente em encontros internacionais. A jornada de actividades será em Compostela, e començaram às 12 da manhá com o II Aberto da Bilharda Autêntica no parque de Belvís. Pola tarde haverá manifestaçom, que sairá da Alameda e rematará no campo de futebol de Santa Isabel; umha vez lá, às 19h00 desputará-se um encontro entra a selecçom galega, com jogadores que compitem actualmente em 2ªB e 3ª divisom, e um combinado de jogadores estrangeiros que jogam na Galiza. A jornada rematará com concertos na sala Capitol, com a música dos grupos: Machina, Mencer Vermelho e Habeas Corpus. 
Quais forom os principais atrancos para organizar a jornada de este ano?
Umha vez conhecido que o governo galego optou de forma triste e covarde com rematar co nosso direito a ter selecçons nacionais próprias, e que os movimentos dos partidos da oposiçom nom ían ser mais que testemunhais, começamos a dar os passos efectivos para podermos por, igualmente, todo a andar. Como era de esperar nom tivemos -mas também nom o pedimos nem o quigemos- apoio de nengumha instituiçom pública. Tinhamos claro que a falta de consciência nacional de alguns jogadores de primeiro nivel e dos dirigentes dos clubs galegos nas principais categorias ia provocar que nom contassemos com jogadores profissionais, mas adiantando-nos a isto contactamos com os jogadores de Terceira Divisom, categoria propriamente galega.
 
Por todo isto, temos considerado que o mais importante é que as nossas iniciativas tenham o apoio do povo galego, ao que fazemos um chamamento para que acuda a todas as actividades que estamos a preparar para o dia 26. Os políticos nom podem asobalhar-nos nem quitar-nos os nossos direitos.
 
Pensades que a postura da Junta pode variar nos próximos anos? 
Evidentemente pensamos que isto nom vai mudar. Depois do regresso em estes últimos anos dos jogos das nossas selecçons, ainda que nom oficiais, eles [o PP na Junta] derom o primeiro e mais grave passo, que foi eliminar estes partidos. Em especial o da selecçom de futebol, a que acudia um maior numero de pessoas. Polo tanto só esperamos um maior recurte das actividades dos nossos desportistas.
 
Nom houvo possibilidade de organizar um encontro com umha equipa nacional estrangeira tampouco em mulheres?
 
Em um primeiro momento siareir@s galeg@s contactou com a treinadora da selecçom galega feminina para valorar a possibilidade de desputar esse jogo, mas os intentos que temos feito para juntar um número suficiente de jogadoras levou-nos a descarta-lo. Porém, estamos a trabalhar para a ralizaçom de um jogo de futebol salom feminino o mesmo dia 26, ou no caso de nom poder ser ese dia, em datas posteriores.
A selecçom de rugby é a única que pode competir oficialmente em campionatos internacionais. Valorastes focar esforços em este desporto?
Siareir@s Galeg@s já tem acompanhado a selecçom galega de rugby em encontros como o que desputou em Lalim contra a equipa de Bearn, do Estado francês, e onde por primeira vez umha selecçom galega desputou umha competiçom oficial. O histórico jogo produciu-se no marco do "Campionato da Europa de Regions". Cremos que essa é umha das principais linhas que  cumpre aproveitar no caminho da posta em andamento das equipas nacionais e oficiais galegas.
 
Como avaliades a negativa da selecçom basca a nom jogar, por esigir que o partido "nom seja umha pachanga"?
Positivamente, desde o ponto de vista de que som os próprios jogadores os que tomam a iniciativa e os que esigem o direito a competir internacionalmente, demostrando assim, um compromisso com o seu país, cousa que às veces bota-se em falta aquí na Galiza. Entendemos ademais, que é umha medida de presom para que as instituiçons e organismos fagam algo para que a situaçom mude, já que som muitos anos os que levam esigindo, em este tipo de "pachangas de Natal",  a oficialidade e passam os anos e nada muda.
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