As mulheres, de pé sobre cadeiras e situadas em fileira desde a Praça do Pam até o mercado, sustinham cartazes com diferentes legendas alusivas às causas desta violência: “Estou na rua porque se os curas emprenhassem o aborto seria sacramento”, “Estou na rua porque quero que às casas de acolhida vaiam eles”, “Estou na rua porque se nos tocam a umha tocam-nos a todas”, “Estou na rua porque quero berrar que a revoluçom começa na cozinha”, “Estou na rua porque estou solteira, independente e feliz”, “Estou na rua porque nom sou nem quero ser tamanho 36” e assim até mais de quarenta palavras de ordem.
Ao mesmo tempo, um outro grupo de mulheres armadas com fouces e sachos, acompanhadas por tamboris e pandeiretas, faziam soar diferentes ritmos enquanto caminhavam ao longo da fileira. Durante o acto, foi despregada umha gigantesca faixa de um dos prédios da Praça do Pam e repartírom-se centenas de panfletos.
A seguir, reproduzimos o texto distribuído.
Dia contra a violência machista
Passar dum “cala” ou dum “tu nom sabes de que estás a falar” a umha agressom física, é só um degrau na escalada da violência machista que, muitas vezes, passa despercebido.
Porque as mortes nom se produzem de súpeto, porque antes de umha mulher ser assassinada produzem-se pequenas mortes todos os dias:
a morte nas escolas: silenciando o papel da mulher na história…
a morte laboral: quando continuamos a cobrar menos polo mesmo trabalho…
a morte na família: educando-nos no eterno papel de cuidadoras, como maes, esposas ou filhas…
a morte sexual: negando-nos o nosso próprio prazer, convertendo-nos em meros objectos reprodutores…
a morte a partir dos fundamentalismos religiosos: quando todos e cada um dos seus credos subordinam as mulheres ao homem…
Por iso estamos hoje na rua, por todas essas pequenas grandes mortes, por todas as mulheres assassinadas, porque já estamos fartas!!!!
REDE FEMINISTA GALEGA 2009
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#1.- quizá la cosa venga por aquí. Ha tener en cuenta: El proxenetismo camuflado de estado
30-11-2009 11:49
excusas por no falar galego:
un estado realmente infame, que parece no poder vivir "sin el conflicto", aunque de vez en cuando les salga caro. Con el "conflicto", además de apropiarse de Euskal Herria y demás, encuentra ese estado "su razón de existir". Le permite echar cortinas de humo sobre sus verdaderas actividades: EL PROXENETISMO DE ESTADO, el trafico de drogas robadas/decomisadas, el espionaje  que con el pretexto de "luchar contra" le permite robar, joder a cualquiera, etc.........Si les pasaramos revista para ver ¿quien o quienes están tras un uniforme y un número?, nos sorprenderíamos de ver a delincuentes y criminales de derecho común: Son su cantera.........En nombre del estado y con fondos reservados, usan a delincuentes a que espíen y jodan a quien les parece. El "conflicto "es uno de los pretextos................
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