Segundo as informaçons recibidas por  emvigo, dito prédio ia ser destinado para um albergue público aberto 24 horas gerido pola Rede Social Galiza Sul, umha plataforma que integra vinte coletivos do ámbito social galego.
Porém, a Policia viguesa previa realizar umha mobilizaçom motorizada como informava a ediçom impresa do Faro de Vigo do 18 de maio para reclamar a utilizaçom do inmóvel como nova sede. Já em abril o mesmo jornal  comentava  o apoio desta iniciativa por parte do gerente de Centro Príncipe já que os agentes “ prestan un encomiable servicio a la ciudad”.
Desde  emvigo  criticamos a actitude tanto da Policia Local como do empresário viguês, cujos interesses querem fazer primar fronte a grave situaçom dos indigentes que moram na nossa cidade e cujos direitos fundamentais estám a ser violados dia tras dia, exigindo a apertura do prédio com o seu objectivo inicial.
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