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"Otro mundo es posible, libre de explotación y de opresión de clase del capital”
Concluyó en Brasil X Encuentro de Partidos Comunistas y Obreros
Tribuna Popular - Prensa Latina | Para Kaos en la Red | 24-11-2008 a las 18:03 | 1863 lecturas | 7 comentarios
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Concluyó en Brasil X Encuentro de Partidos Comunistas y Obreros

"Otro mundo es posible, libre de explotación y de opresión de clase del capital”

El segundo texto aprobado fue la Declaración de Sao Paulo que analiza la crisis del sistema neoliberal y proclama que el Socialismo es la alternativa para los pueblos.

Sao Paulo, 2 nov. Tribuna Popular TP.- El X Encuentro de Partidos Comunistas y Obreros concluyó hoy en esta ciudad brasileña tras dos días de sesiones y la aprobación por aclamación de dos resoluciones y otros acuerdos.

  La primera resolución de solidaridad con los pueblos de América Latina fue presentada por el miembro el Secretariado el Comité Central del Partido Comunista de Cuba Fernando Remírez de Estenoz, y el Secretario de Relaciones Internacionales del Partido Comunista de Brasil, José Reinaldo Carvalho.

El documento muestra que existe un proceso de cambios en América Latina plasmado en éxitos electorales de figuras progresistas, como resultado de la lucha de los pueblos de la región.

Indica que se trata de cambios que son importantes para el desarrollo de la democracia y la soberanía de los pueblos, pero aclara que esos procesos están sometidos a continuos ataques de la reacción que intenta revertirlos.

El documento señala que la existencia de Cuba socialista y su resistencia a las tramas y agresiones imperialistas ha sido importante para el desarrollo de la lucha de los pueblos.

El ejemplo de Cuba mantuvo viva la esperanza y destacó la resistencia de una alternativa real a la barbarie capitalista, que es el socialismo, indica el documento.

La resolución valora altamente el papel de los movimientos sociales en el avance de las transformaciones progresivas y la creación y desarrollo de instrumentos que buscan la integración regional y la independencia.

El documento cita como estos instrumentos al Mercado Común del Sur, la Unión de Naciones Suramericanas y la Alternativa Bolivariana para los pueblos de América, que ya tiene un contenido abiertamente antiimperialista, anota.

Corresponde a los partidos comunistas y obreros unirse y apoyar a esos procesos y ganar cada vez más influencia en los mismos, concluye el texto.

Los oradores insistieron en la necesidad de marchar junto a los movimientos indígenas y sociales y recodaron que la división es el talón de Aquiles que aprovechan los enemigos para revertir los procesos revolucionarios.

El segundo texto aprobado fue la Declaración de Sao Paulo que analiza la crisis del sistema neoliberal y proclama que el Socialismo es la alternativa para los pueblos.

Indica que se impone la mayor vigilancia de los partidos comunistas y de todas las fuerzas democráticas y antiimperialistas ante la actual crisis que representa grandes riesgos y regresión social y democrática y constituye base para movimientos autoritarios y militaristas.

Critica que millonarios recursos públicos se dediquen a salvar a los responsables de esta crisis, mientras aumenta la inseguridad, la pobreza, el hambre y el desempleo entre quienes trabajan.

Denuncia que poderosas campañas diversionistas buscan eludir las causas reales de la crisis y cerrar las puertas a las salidas e intereses de las masas populares.

Convencidos de que otro mundo es posible, libre de explotación y de opresión de clase del capital, proclamamos nuestro empeño de proseguir el camino histórico por la construcción de una sociedad nueva: el socialismo, indica.

Ambos documentos fueron aprobados por aclamación en la sesión final y se explicó que la sede y el tema del próximo encuentro será decidido por el Grupo de Trabajo creado en este foro.

Fuente: Tribuna Popular TP – Prensa Latina PL

 
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Partido Comunista de Brasil|24-11-2008

Ato celebra América Latina e 'internacionalismo proletário'

 
O PCdoB viveu neste sábado (22) mais um grande capítulo de sua história, ao promover o Ato Político em Solidariedade aos Povos da América Latina e Caribe. Com mais de mil participantes, o evento foi realizado na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo e integrou a programação do 10º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários.Antes do ato, o público assistiu a um breve vídeo sobre o PCdoB e à apresentação do quarteto As Choronas. O secretário de Relações Internacionais do PCdoB, José Reinaldo Carvalho, leu ao público a mensagem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Encontro

Um dos mediadores do ato — ao lado da presidente do PCdoB-SP, Nádia Campeão —, José Reinaldo reiterou a satisfação do PCdoB em "acolher esse encontro". Após citar o nome de todos os partidos comunistas presentes — quase 70 delegações —, o dirigente pediu "um caloroso 'viva’ ao internacionalismo proletário".

Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB, destacou a importância de celebrar o momento histórico da América Latina. Segundo ele, o ato deste sábado comemorava "uma década de importantes mudanças políticas democráticas, progressistas e populares no continente — se considerarmos seu início em 1998, ano da vitória de Hugo Chávez para a presidência da Venezuela". Desde então, "diferentes correntes, de variados matizes democráticos, progressistas e populares", assumiram o governo em 13 países da região.

"Neste vasto continente, com um longo histórico de o­nipresença hegemônica do imperialismo norte-americano, esses acontecimentos são inéditos", explicou Renato. "Demonstram uma nova fase política e de importantes conquistas democráticas avançadas, de sentido antiimperialista e anticapitalista."

O presidente do PCdoB enalteceu também o protagonismo do governo Lula no processo de emancipação da América Latina. "Foi decisivo seu papel em questões de natureza estratégica, como na derrota da Alca; na ampliação e no fortalecimento do Mercosul; na constituição da Unasul (União das Nações Sul-americanas); e agora na iniciativa de criação do Conselho Sul-americano de Defesa, de importante significado geopolítico na luta do continente contra o hegemonismo imperialista."

Relatos internacionais

Um dos momentos mais emocionantes do ato foi a intervenção do secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista de Cuba, Fernando Ramirez, que transmitiu "uma saudação de Fidel Castro". Segundo Ramirez, o líder cubano "está muito melhor de saúde", às vésperas do 50º aniversário da Revolução Cubana.

O dirigente do PC de Cuba enfatizou: seja com Fidel (que presidiu o país de janeiro de 1959 a janeiro de 2008), seja com o atual presidente, Raúl Castro, "o imperialismo nunca conseguiu — e nunca conseguirá — deter o socialismo" na ilha caribenha. "Nos 80 anos de nascimento de Che Guevara, ainda é viva sua célebre mensagem: 'Hasta la victoria siempre!’."

O discurso de Christopher Matharo, secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista da África do Sul, teve como foco a luta contra o racismo e a xenofobia — "que permanece como um dos maiores desafios de nossos tempos". Depois de traçar comparações entre seu país e o Brasil — "nações de continentes diferentes, mas com muitos elementos em comum", Matharo reafirmou a necessidade de um mundo livre do capitalismo. "Como a gente diz da África do Sul, 'o socialismo é o futuro — construa agora".

Representantes de outros partidos frisaram a projeção da América Latina. "Vemos uma sociedade mais justa, com a bandeira da paz democrática. O antiimperialismo cresce em nosso continente", declarou Jaime Caicedo, secretário geral do Partido Comunista da Colômbia. "Com a unidade inquebrantável dos povos, dos oprimidos, vamos dar uma mensagem final aos imperialistas do mundo inteiro", agregou o senador boliviano Felix Rojas, que é do mesmo partido do presidente Evo Morales — o MAS (Movimento ao Socialismo).

"Fazemos questão de acompanhar as grandes experiências da região", relatou o paraguaio Rene Vilas Boas, membro do Movimento Tekojoja ("viver entre iguais"). Criado no contexto das últimas eleições presidenciais no Paraguai, o Tekojoja deu sustentação à candidatura do ex-bispo Fernando Lugo, da Aliança Patriótica Para a Mudança. A campanha promovida pelo movimento foi fundamental para derrotar o conservadorismo do Partido Colorado, que estava no poder desde 1947. Lugo se elegeu presidente em 20 de abril deste ano, com 40% dos votos.

Convidados brasileiros

O presidente da Câmara Federal, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e o ministro do Esporte, Orlando Silva, marcaram presença. "Penso no quanto de luta e no quanto de sofrimento cada um de nós representa, ao falar de seu povo e de seu país", disse Chinaglia. "Ao voltarem para casa, vocês poderão dizer que existe, no Brasil e na América Latina, um exército de revolucionários que lutam pelo socialismo", expressou Orlando.

Em nome dos partidos brasileiros convidados especialmente para o ato, discursaram Valter Pomar (PT), Roberto Amaral (PSB) e Luizinho Martins (PDT). Ismael Cardoso, presidente da Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), falou em nome da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais).

O último discurso da noite coube à presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes. De acordo com ela, o continente latino-americano passou de um "quintal do império" para uma vasta terra de "governos insurgentes". Tomando de exemplo a última edição da Assembléia Mundial da Paz, realizada no mês de abril, em Caracas, Socorro atesta: "O mundo se levanta em todas as partes do mundo, sobretudo na América Latina".

O ato se encerrou com a execução da célebre A Internacional. O maior hino socialista — escrita por um sobrevivente da Comuna de Paris e musicada por um operário belga — tomou conta da quadra do Sindicato dos Bancários. Naturalmente, a versão brasileira predominava; mas os delegados internacionais, cada qual em seu idioma, cantaram juntos. Foram minutos em que, línguas à parte, partidos comunistas e operários do mundo inteiro provaram, uma vez mais, estar em marcante sintonia.


De São Paulo,
André Cintra

Partido Comunista Brasileño|24-11-2008

PROLETÁRIOS DE TODO O MUNDO, UNI-VOS!

Pronunciamento de Ivan Pinheiro, Secretário Geral do PCB, em nome do Partido, no X Encontro Mundial de Partidos Comunistas e Operários

Camaradas:

O PCB, o mais antigo partido político brasileiro, fundado em 1922, saúda os comunistas do mundo todo.

Estamos em casa. Não por estarmos no Brasil. Nosso país é o mundo. Estamos em casa, porque o lugar do Partido Comunista Brasileiro é o movimento comunista internacional. Fundado sob a influência da Revolução Russa, o PCB se orgulha de ter sido solidário ao Partido Comunista da União Soviética - em que pesem algumas diferenças e críticas - até a derrocada das experiências de construção do socialismo no leste europeu. Há 50 anos nos solidarizamos com a gloriosa Revolução Cubana. Custe o que custar, o movimento comunista internacional contou e conta com o nosso Partido, nas vitórias e derrotas, nos erros e acertos.

Este Encontro não poderia ocorrer em momento mais oportuno: a mais grave crise da história do capitalismo bate às portas da humanidade, anunciando várias conseqüências negativas para o proletariado.

Para tentar sair da crise, o capital não pensa duas vezes ao saquear os cofres públicos para salvar banqueiros e oligopólios; não vacilará um minuto em atacar ainda mais os salários, os direitos sociais e trabalhistas, além de diminuir a qualidade de serviços públicos; não tergiversará um só instante ao aprofundar a exploração e a barbárie, sem se importar com o agravamento da fome e da miséria; não titubeará em recorrer a mais guerras e agressões militares nem em recrudescer a criminalização e a repressão aos movimentos sociais e às organizações populares e revolucionárias.

Esta crise, apesar de seus elementos estruturais, não é necessariamente, por si só, a crise final do capitalismo, que não cairá de podre. Mas, dialeticamente, poderá criar as condições - com o provável acirramento da luta de classes em âmbito mundial – para colocar em relevo o protagonismo do proletariado e, a depender de certos fatores, influenciar positivamente a correlação de forças, abrindo possibilidades para o avanço da luta pela superação do capitalismo, na perspectiva do socialismo.

O papel dos comunistas e o grau de sua unidade de ação e de inserção nos movimentos de massa serão decisivos, nessa difícil conjuntura que vamos enfrentar.

A crise enterra as ilusões dos que pretenderam humanizar o capitalismo. Não há mais espaço também, no capitalismo cada vez mais globalizado, para ilusões nacional-desenvolvimentistas, baseadas em alianças dos trabalhadores com as chamadas burguesias nacionais.

Cada vez mais se acentuará no mundo a contradição entre o capital e o trabalho. Não apenas nos países desenvolvidos ou emergentes, como é o caso do Brasil, que é parte subordinada do imperialismo. É só olhar para países pouco desenvolvidos, como a Bolívia e a Venezuela, para entender a ilusão de alianças com as burguesias nacionais. Vejam a violência da burguesia boliviana, diante de uma revolução que não é socialista, mas ainda democrática e cultural, e o ódio que nutre a burguesia venezuelana frente à revolução bolivariana.

No estágio atual do capitalismo, e sobretudo em decorrência de sua profunda crise, se evidenciará cada vez mais a centralidade do trabalho. Estão sendo jogados no lixo da história todos os mitos construídos pelo neoliberalismo, como o "estado mínimo", o "livre-mercado" e o "fim da classe operária".

Ao contrário do que dizem os profetas do fim da história e os reformistas, o proletariado aumenta no mundo, em quantidade e qualidade. Nos países desenvolvidos, apesar da atual fragilidade e fragmentação do movimento operário e sindical, há grandes possibilidades de a luta de classes se intensificar.
Isto não significa subestimar as lutas dos povos de países periféricos. A América Latina, por exemplo, continuará sendo um importante palco de luta contra o capital, o­nde processos importantes de mudanças sociais procuram articular-se em torno da ALBA, em contraposição às frações imperialistas que disputam a hegemonia de mercados e riquezas naturais da região, inclusive setores monopolistas da burguesia brasileira.

Na América Latina, há uma questão que deve merecer a atenção solidária dos comunistas do mundo todo: a derrota do estado paramilitar e terrorista da Colômbia é parte da luta para fortalecer a defesa de Cuba Socialista e aprofundar os processos mudancistas na Venezuela, no Equador, na Bolívia e, possivelmente, no Paraguai e em outros países.

Na Colômbia, nossos esforços devem estar concentrados na busca de uma paz democrática, com justiça social e econômica, como acaba de conceituar o XX Congresso do Partido Comunista Colombiano. Além de nossa solidariedade irrestrita a este heróico Partido - que enfrenta de peito aberto a violência do terrorismo de Estado - não podemos colaborar, por omissão, com a satanização e criminalização de organizações políticas insurgentes, como as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Até porque não temos o direito de escolher as formas de luta de cada povo.

O mesmo vale para organizações insurgentes de outros países. O imperialismo precisa derrotá-las, para que não sirvam de exemplo. Não podemos esquecer que não são convencionais, mas insurgentes, as forças que resistem ao imperialismo na Palestina, no Iraque e no Afeganistão. Dependendo dos desdobramentos da crise do capitalismo, nenhuma forma de luta poderá ser descartada.

Propomos que nos somemos aos esforços que vêm sendo feitos pela intelectualidade colombiana e o Secretariado das FARC, através de cartas públicas. Pensamos que a nova carta que está sendo preparada pelos intelectuais, em resposta à sinalização construtiva da organização insurgente, não deve ter como destinatários apenas o povo e os atores locais.

Para forçar o governo fascista de Uribe a reconhecer o conteúdo político, econômico e social do conflito colombiano, devemos lutar para que a UNASUR chame para si a iniciativa de viabilizar o início de um processo de negociação política, como fez para evitar o acirramento do conflito boliviano, que também tem características de violência política. Uribe não poderá desconhecer o papel da UNASUR na solução de conflitos, nem alegar ingerência, pois compareceu pessoalmente à reunião deste organismo, em Santiago, para tratar da Bolívia.

Finalmente, camaradas, o PCB considera que, mesmo expressando a vontade majoritária do povo estadunidense por mudanças, o advento do governo Obama não mudará a essência do imperialismo ianque, sobretudo na política externa. O imperialismo se valerá desta mudança de fachada para iludir os povos e tentar afastá-los da necessária luta para enfrentar os efeitos da crise do capitalismo e para construir o socialismo.

Camaradas:

Mais cedo do que imaginamos e do que desejavam nossos inimigos, nossos Partidos estão voltando a ter vigência e atualidade.

Este Encontro precisa dar passos seguros para estreitar os laços entre nossos Partidos e a unidade de ação dos revolucionários, no âmbito mundial. A nossa responsabilidade aumenta, a partir de agora.

Vivam os Partidos Comunistas e Operários!

Viva o internacionalismo proletário!

Proletários de todo o mundo, uni-vos!

São Paulo, 21 de novembro de 2008


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Comentarios (7)

#4.- EEhhh!! se olvidaron de la democracia

Raul Cima|24-11-2008 19:38

Como siempre los partidos considerados de izquierda con sus discursos hermosos e idealistas, planteando lo hermoso del paraíso socialista, pero ni una sola palabra sobre el camino real y actual de su construcción que´pasa por   la exigencia de cada día lograr un avance en la conquista de más democracia participativa en todos los países. De no existir la democracia participativa en la que la gente vaya practicando la participación, el informarse de las problemáticas sociales y presentar sus propuestas, y  avanzar hasta lograr la revocatoria de mandatos, ¿como creen que se podrán  ir cambiando los hábitos, pensamientos, conductas, costumbres, adquiridas en la existencia y adaptación al orden social capitalista, para ir construyendo la nueva mentalidad o el "hombre nuevo" que construya el socialismo"? ¿O lo harán por arte de magia?  Y tampoco mencionan el otro camino que es el cambio del sistema educativo mediante el cual el capitalismo trasmite sus pautas y valores a las nuevas generaciones para que lo reproduzcan. Como siempre con sus declaraciones ideales y abstractas recitando dogmas. Raul raulandrescima@yahoo.com.ar

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#6.- ADELANTE

Miguel|25-11-2008 09:41

Refundemos la 3a internacional, avancemos hacia el socialismo, participemos en todos los procesos sociales que podamos y no hagamos caso a las críticas destructivas anticomunistas.

Viva la clase obrera, viva los partidos comunistas, solo hay un camino, socialismo o barbarie.

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#7

25-11-2008 10:59

¿cómo es que desde el Estado español sólo estaba presente el PCPE?

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#8

català|25-11-2008 12:58

Porque es el único partido marxista-leninista combativo  del estado español.

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#9.- agrupemosnos en la lucha final y se alcen........

martin|25-11-2008 17:18

para raul, el del primer comentario:
  por que no lees bien lo que dicen los discursos y los doc que se aprovaron, si es tas de acuerdo con eso es suficiente para avazar en el mismo camino, pelear en la misma trinchera, o estas esperando que el pc o los pc del mundo soluciones los problemas y sus doc digan todo lo que te gustaria, por que no te arremangas y te pones a trabajar, lo podemos hacer juntos complementandonos y generando cosas superadoras,    y a sumar que hoy el enemigo es claro, es el fascismo que esta creciendo en todo el mundo, es la derecha, es el sistema capitalista, asi alli deberian ir las balas, cumpas....
......que vivan los partidos comunistas y obreros del mundo...
por el socialismo
por la unidad en la accion, a tomar las calles....

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#10.- Raul andres cima ¿Que te pasa?

Miguel|26-11-2008 09:22

"La resolución valora altamente el papel de los movimientos sociales en el avance de las transformaciones progresivas y la creación y desarrollo de instrumentos que buscan la integración regional y la independencia.

El documento cita como estos instrumentos al Mercado Común del Sur, la Unión de Naciones Suramericanas y la Alternativa Bolivariana para los pueblos de América, que ya tiene un contenido abiertamente antiimperialista, anota.

Corresponde a los partidos comunistas y obreros unirse y apoyar a esos procesos y ganar cada vez más influencia en los mismos, concluye el texto.

  Creo que en el texto no pone nada antidemocrático, y el antidemocrático debes ser tu porque no respetas lo que dicen las mayorías en un congreso que por cierto no es el tuyo, metete en tu congreso a currar.

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#11

27-11-2008 11:31

el pce estaba alli

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