Concluyó en Brasil X Encuentro de Partidos Comunistas y Obreros
"Otro mundo es posible, libre de explotación y de opresión de clase del capital”
El segundo texto aprobado fue la Declaración de Sao Paulo que analiza la crisis del sistema neoliberal y proclama que el Socialismo es la alternativa para los pueblos.
Sao Paulo, 2 nov. Tribuna Popular TP.- El X Encuentro de Partidos Comunistas y Obreros concluyó hoy en esta ciudad brasileña tras dos días de sesiones y la aprobación por aclamación de dos resoluciones y otros acuerdos.
  La primera resolución de solidaridad con los pueblos de América Latina fue presentada por el miembro el Secretariado el Comité Central del Partido Comunista de Cuba Fernando Remírez de Estenoz, y el Secretario de Relaciones Internacionales del Partido Comunista de Brasil, José Reinaldo Carvalho.
El documento muestra que existe un proceso de cambios en América Latina plasmado en éxitos electorales de figuras progresistas, como resultado de la lucha de los pueblos de la región.
Indica que se trata de cambios que son importantes para el desarrollo de la democracia y la soberanía de los pueblos, pero aclara que esos procesos están sometidos a continuos ataques de la reacción que intenta revertirlos.
El documento señala que la existencia de Cuba socialista y su resistencia a las tramas y agresiones imperialistas ha sido importante para el desarrollo de la lucha de los pueblos.
El ejemplo de Cuba mantuvo viva la esperanza y destacó la resistencia de una alternativa real a la barbarie capitalista, que es el socialismo, indica el documento.
La resolución valora altamente el papel de los movimientos sociales en el avance de las transformaciones progresivas y la creación y desarrollo de instrumentos que buscan la integración regional y la independencia.
El documento cita como estos instrumentos al Mercado Común del Sur, la Unión de Naciones Suramericanas y la Alternativa Bolivariana para los pueblos de América, que ya tiene un contenido abiertamente antiimperialista, anota.
Corresponde a los partidos comunistas y obreros unirse y apoyar a esos procesos y ganar cada vez más influencia en los mismos, concluye el texto.
Los oradores insistieron en la necesidad de marchar junto a los movimientos indígenas y sociales y recodaron que la división es el talón de Aquiles que aprovechan los enemigos para revertir los procesos revolucionarios.
El segundo texto aprobado fue la Declaración de Sao Paulo que analiza la crisis del sistema neoliberal y proclama que el Socialismo es la alternativa para los pueblos.
Indica que se impone la mayor vigilancia de los partidos comunistas y de todas las fuerzas democráticas y antiimperialistas ante la actual crisis que representa grandes riesgos y regresión social y democrática y constituye base para movimientos autoritarios y militaristas.
Critica que millonarios recursos públicos se dediquen a salvar a los responsables de esta crisis, mientras aumenta la inseguridad, la pobreza, el hambre y el desempleo entre quienes trabajan.
Denuncia que poderosas campañas diversionistas buscan eludir las causas reales de la crisis y cerrar las puertas a las salidas e intereses de las masas populares.
Convencidos de que otro mundo es posible, libre de explotación y de opresión de clase del capital, proclamamos nuestro empeño de proseguir el camino histórico por la construcción de una sociedad nueva: el socialismo, indica.
Ambos documentos fueron aprobados por aclamación en la sesión final y se explicó que la sede y el tema del próximo encuentro será decidido por el Grupo de Trabajo creado en este foro.
Fuente: Tribuna Popular TP – Prensa Latina PL
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Partido Comunista de Brasil|24-11-2008
Partido Comunista Brasileño|24-11-2008
PROLETÁRIOS DE TODO O MUNDO, UNI-VOS!
Pronunciamento de Ivan Pinheiro, Secretário Geral do PCB, em nome do Partido, no X Encontro Mundial de Partidos Comunistas e Operários
Camaradas:
O PCB, o mais antigo partido político brasileiro, fundado em 1922, saúda os comunistas do mundo todo.
Estamos em casa. Não por estarmos no Brasil. Nosso país é o mundo. Estamos em casa, porque o lugar do Partido Comunista Brasileiro é o movimento comunista internacional. Fundado sob a influência da Revolução Russa, o PCB se orgulha de ter sido solidário ao Partido Comunista da União Soviética - em que pesem algumas diferenças e críticas - até a derrocada das experiências de construção do socialismo no leste europeu. Há 50 anos nos solidarizamos com a gloriosa Revolução Cubana. Custe o que custar, o movimento comunista internacional contou e conta com o nosso Partido, nas vitórias e derrotas, nos erros e acertos.
Este Encontro não poderia ocorrer em momento mais oportuno: a mais grave crise da história do capitalismo bate às portas da humanidade, anunciando várias conseqüências negativas para o proletariado.
Para tentar sair da crise, o capital não pensa duas vezes ao saquear os cofres públicos para salvar banqueiros e oligopólios; não vacilará um minuto em atacar ainda mais os salários, os direitos sociais e trabalhistas, além de diminuir a qualidade de serviços públicos; não tergiversará um só instante ao aprofundar a exploração e a barbárie, sem se importar com o agravamento da fome e da miséria; não titubeará em recorrer a mais guerras e agressões militares nem em recrudescer a criminalização e a repressão aos movimentos sociais e às organizações populares e revolucionárias.
Esta crise, apesar de seus elementos estruturais, não é necessariamente, por si só, a crise final do capitalismo, que não cairá de podre. Mas, dialeticamente, poderá criar as condições - com o provável acirramento da luta de classes em âmbito mundial – para colocar em relevo o protagonismo do proletariado e, a depender de certos fatores, influenciar positivamente a correlação de forças, abrindo possibilidades para o avanço da luta pela superação do capitalismo, na perspectiva do socialismo.
O papel dos comunistas e o grau de sua unidade de ação e de inserção nos movimentos de massa serão decisivos, nessa difícil conjuntura que vamos enfrentar.
A crise enterra as ilusões dos que pretenderam humanizar o capitalismo. Não há mais espaço também, no capitalismo cada vez mais globalizado, para ilusões nacional-desenvolvimentistas, baseadas em alianças dos trabalhadores com as chamadas burguesias nacionais.
Cada vez mais se acentuará no mundo a contradição entre o capital e o trabalho. Não apenas nos países desenvolvidos ou emergentes, como é o caso do Brasil, que é parte subordinada do imperialismo. É só olhar para países pouco desenvolvidos, como a Bolívia e a Venezuela, para entender a ilusão de alianças com as burguesias nacionais. Vejam a violência da burguesia boliviana, diante de uma revolução que não é socialista, mas ainda democrática e cultural, e o ódio que nutre a burguesia venezuelana frente à revolução bolivariana.
No estágio atual do capitalismo, e sobretudo em decorrência de sua profunda crise, se evidenciará cada vez mais a centralidade do trabalho. Estão sendo jogados no lixo da história todos os mitos construídos pelo neoliberalismo, como o "estado mínimo", o "livre-mercado" e o "fim da classe operária".
Ao contrário do que dizem os profetas do fim da história e os reformistas, o proletariado aumenta no mundo, em quantidade e qualidade. Nos países desenvolvidos, apesar da atual fragilidade e fragmentação do movimento operário e sindical, há grandes possibilidades de a luta de classes se intensificar.
Isto não significa subestimar as lutas dos povos de países periféricos. A América Latina, por exemplo, continuará sendo um importante palco de luta contra o capital, onde processos importantes de mudanças sociais procuram articular-se em torno da ALBA, em contraposição às frações imperialistas que disputam a hegemonia de mercados e riquezas naturais da região, inclusive setores monopolistas da burguesia brasileira.
Na América Latina, há uma questão que deve merecer a atenção solidária dos comunistas do mundo todo: a derrota do estado paramilitar e terrorista da Colômbia é parte da luta para fortalecer a defesa de Cuba Socialista e aprofundar os processos mudancistas na Venezuela, no Equador, na Bolívia e, possivelmente, no Paraguai e em outros países.
Na Colômbia, nossos esforços devem estar concentrados na busca de uma paz democrática, com justiça social e econômica, como acaba de conceituar o XX Congresso do Partido Comunista Colombiano. Além de nossa solidariedade irrestrita a este heróico Partido - que enfrenta de peito aberto a violência do terrorismo de Estado - não podemos colaborar, por omissão, com a satanização e criminalização de organizações políticas insurgentes, como as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Até porque não temos o direito de escolher as formas de luta de cada povo.
O mesmo vale para organizações insurgentes de outros países. O imperialismo precisa derrotá-las, para que não sirvam de exemplo. Não podemos esquecer que não são convencionais, mas insurgentes, as forças que resistem ao imperialismo na Palestina, no Iraque e no Afeganistão. Dependendo dos desdobramentos da crise do capitalismo, nenhuma forma de luta poderá ser descartada.
Propomos que nos somemos aos esforços que vêm sendo feitos pela intelectualidade colombiana e o Secretariado das FARC, através de cartas públicas. Pensamos que a nova carta que está sendo preparada pelos intelectuais, em resposta à sinalização construtiva da organização insurgente, não deve ter como destinatários apenas o povo e os atores locais.
Para forçar o governo fascista de Uribe a reconhecer o conteúdo político, econômico e social do conflito colombiano, devemos lutar para que a UNASUR chame para si a iniciativa de viabilizar o início de um processo de negociação política, como fez para evitar o acirramento do conflito boliviano, que também tem características de violência política. Uribe não poderá desconhecer o papel da UNASUR na solução de conflitos, nem alegar ingerência, pois compareceu pessoalmente à reunião deste organismo, em Santiago, para tratar da Bolívia.
Finalmente, camaradas, o PCB considera que, mesmo expressando a vontade majoritária do povo estadunidense por mudanças, o advento do governo Obama não mudará a essência do imperialismo ianque, sobretudo na política externa. O imperialismo se valerá desta mudança de fachada para iludir os povos e tentar afastá-los da necessária luta para enfrentar os efeitos da crise do capitalismo e para construir o socialismo.
Camaradas:
Mais cedo do que imaginamos e do que desejavam nossos inimigos, nossos Partidos estão voltando a ter vigência e atualidade.
Este Encontro precisa dar passos seguros para estreitar os laços entre nossos Partidos e a unidade de ação dos revolucionários, no âmbito mundial. A nossa responsabilidade aumenta, a partir de agora.
Vivam os Partidos Comunistas e Operários!
Viva o internacionalismo proletário!
Proletários de todo o mundo, uni-vos!
São Paulo, 21 de novembro de 2008



#4.- EEhhh!! se olvidaron de la democracia
Raul Cima|24-11-2008 19:38
Como siempre los partidos considerados de izquierda con sus discursos hermosos e idealistas, planteando lo hermoso del paraíso socialista, pero ni una sola palabra sobre el camino real y actual de su construcción que´pasa por   la exigencia de cada día lograr un avance en la conquista de más democracia participativa en todos los países. De no existir la democracia participativa en la que la gente vaya practicando la participación, el informarse de las problemáticas sociales y presentar sus propuestas, y  avanzar hasta lograr la revocatoria de mandatos, ¿como creen que se podrán  ir cambiando los hábitos, pensamientos, conductas, costumbres, adquiridas en la existencia y adaptación al orden social capitalista, para ir construyendo la nueva mentalidad o el "hombre nuevo" que construya el socialismo"? ¿O lo harán por arte de magia?  Y tampoco mencionan el otro camino que es el cambio del sistema educativo mediante el cual el capitalismo trasmite sus pautas y valores a las nuevas generaciones para que lo reproduzcan. Como siempre con sus declaraciones ideales y abstractas recitando dogmas. Raul raulandrescima@yahoo.com.ar
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#6.- ADELANTE
Miguel|25-11-2008 09:41
Refundemos la 3a internacional, avancemos hacia el socialismo, participemos en todos los procesos sociales que podamos y no hagamos caso a las críticas destructivas anticomunistas.
Viva la clase obrera, viva los partidos comunistas, solo hay un camino, socialismo o barbarie.
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#7
25-11-2008 10:59
¿cómo es que desde el Estado español sólo estaba presente el PCPE?
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#8
català|25-11-2008 12:58
Porque es el único partido marxista-leninista combativo  del estado español.
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#9.- agrupemosnos en la lucha final y se alcen........
martin|25-11-2008 17:18
para raul, el del primer comentario:
  por que no lees bien lo que dicen los discursos y los doc que se aprovaron, si es tas de acuerdo con eso es suficiente para avazar en el mismo camino, pelear en la misma trinchera, o estas esperando que el pc o los pc del mundo soluciones los problemas y sus doc digan todo lo que te gustaria, por que no te arremangas y te pones a trabajar, lo podemos hacer juntos complementandonos y generando cosas superadoras,    y a sumar que hoy el enemigo es claro, es el fascismo que esta creciendo en todo el mundo, es la derecha, es el sistema capitalista, asi alli deberian ir las balas, cumpas....
......que vivan los partidos comunistas y obreros del mundo...
por el socialismo
por la unidad en la accion, a tomar las calles....
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#10.- Raul andres cima ¿Que te pasa?
Miguel|26-11-2008 09:22
"La resolución valora altamente el papel de los movimientos sociales en el avance de las transformaciones progresivas y la creación y desarrollo de instrumentos que buscan la integración regional y la independencia.
El documento cita como estos instrumentos al Mercado Común del Sur, la Unión de Naciones Suramericanas y la Alternativa Bolivariana para los pueblos de América, que ya tiene un contenido abiertamente antiimperialista, anota.
Corresponde a los partidos comunistas y obreros unirse y apoyar a esos procesos y ganar cada vez más influencia en los mismos, concluye el texto.
  Creo que en el texto no pone nada antidemocrático, y el antidemocrático debes ser tu porque no respetas lo que dicen las mayorías en un congreso que por cierto no es el tuyo, metete en tu congreso a currar.
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#11
27-11-2008 11:31
el pce estaba alli
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