Nom passarom na Corunha, nom vam passar em Compostela  
Galicia Bilingüe tem previsto celebrar umha manifestaçom o dia 8 de Fevereiro, que sairá às 12 horas da Alameda e que percorreria as ruas do centro histórico da cidade. Desta organizaçom – ariete do anti-galeguismo lingüístico muito se tem escrito, naturalmente de tudo o escrito quase nada pode haver bom.
Eles apresentam-se de cara ao público como umha associaçom, mas o título de associaçom vem-lhes bastante inoportuno, a nom ser que essa definiçom venha completa, a saber: de ser associaçom, serám associaçom de malfeitores, impostores e farsantes. Em qualquer caso, de associaçom tenhem pouco; as associaçons nascem de sectores populares que se juntam para conseguir umha finalidade concreta e justa, respondem a umha necessidade real, mas sobretudo: som transparentes nas suas origens, a sua composiçom e as suas finalidades. Nengumha destas condiçons é cumprida por Galicia Bilingüe.
Galicia Bilingüe e outros grupúsculos similares, com as suas diferenças de matiz (diferenças bastante irrelevantes, a efectos práticos) o que pretendem, sem confessá-lo formalmente, é a expulsom do galego da vida pública. Isto já está repetido até a saciedade, mas cumpre recordá-lo. É certo que o discurso vernizado de correcçom política e pretenso “livre-pensamentismo” que manejam, vai embaucando a algum que outro incauto, mas cada dia está mais clara a natureza anti-galega desta entidade.
A questom é que este ente linguófobo pensa manifestar-se saindo nada menos que da Alameda...o mesmo lugar de onde saiu a primeira manifestaçom do Dia da Pátria no ano 1968 (casualidade?) Nom contentes com se manifestarem contra a língua do país na capital histórica da Galiza, apropriam-se também de espaços simbolicamente ligados ao nacionalismo e à esquerda. Havia que completar a provocaçom, é claro.
Eu confio em que esta manifestaçom nom se produza, ou quando menos nom se produza com a normalidade que estes sujeitos indesejáveis pretendem. É impossível que assim seja: Compostela, cidade de efervescência cultural contínua, de tradiçom galeguista indiscutível, vai-se resignar a ser cenário do entruido que prepara este exército de renegados?
Por outra banda, qualquer pessoa na Galiza que se considere nacionalista, de esquerdas e anti-fascista tem o dever de sair a rua esse dia a empecer que essa marcha tenha lugar. Nalgum artigo meu publicado com anterioridade em vários méios de comunicaçom comparei este tipo de manifestaçons com as marchas orangistas nos bairros católicos de Belfast ou com um desfile do Kuk Klux Klan em Harlem...e continuo a pensar que assim o temos que percever. Nom pode o fascismo dos “Gabis” tomar as ruas, que som do povo nem pode humilhar às gentes da Galiza tomando a palavra por elas.
Ramiro Vidal Alvarinho, poeta popular, activista social e cultural da comarca da Corunha.
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#1.- SR. HABICHUELA IMPERIALISTA ESPAÑOL!!!
Breogan|02-02-2009 21:29
Ola amig@s,  Un caro amigo, preocupado polos ataques ao galego. Envíame a mensaxe a seguir... na que podedes escoitar unha entrevista a Nuñez Feijoo na Cope por Jiménez Losantos. Os ouvintes (se é certo que moitos son galegos) deixan clara a súa postura sobre a lingua, e o propio Nuñez Feijoo non ten dúbida ningunha: pensa facer TODO O CONTRARIO DO RECOMENDADO POLO CONSELLO DE EUROPA A RESPECTO DO GALEGO.  "Nesta ligazón podedes escoitar a entrevista de Federico Jimenez Losantos a Nuñez Feijóo. O candidato popular mostrase nervioso, e son os ointes e o propio Jimenez Losantos os que acosan a Feijóo, até conseguir que tire a carauta e que se posicione claramente en contra do noso idioma. 
http://www.cope.es/30-01-09,escuche_aqui_entrevista_alberto_nunez_feij
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