Buscar  
Não ao acordo da EPAL com a empresa israelita Mekorot
Delegação quer expor aos grupos parlamentares da Assembleia da República as implicações do acordo assinado entre a EPAL e a empresa israelita de exploração e distribuição de água Mekorot
Comité Solidariedade com a Palestina | Para Kaos en la Red | 16-12-2009 a las 18:21 | 1512 lecturas
www.kaosenlared.net/noticia/no-ao-acordo-da-epal-com-empresa-israelita-mekorot
Compartir: Publicar en Facebook Publicar en Twitter Publicar en Meneame Publicar en Google Buzz Publicar en Technorati Publicar en Delicious Publicar en AlternativeWeb
Várias organizações portuguesas de direitos humanos, de solidariedade internacional e de intervenção cívica organizaram uma delegação conjunta para expor aos grupos parlamentares da Assembleia da República as implicações do acordo assinado entre a EPAL e a empresa israelita de exploração e distribuição de água Mekorot. Numa iniciativa inédita, justificada pela gravidade desse acordo, as seis organizações subscritoras, tinham-se reunido para  delinearem a orientação geral duma campanha que vai agora começar.

  A notícia do acordo entre a EPAL e a Mekorot surgiu pouco tempo depois de a Amnistia Internacional ter divulgado um relatório de grande impacto mundial sobre o esbulho da água palestiniana pelos ocupantes israelitas. Outros relatórios  muito recentes têm salientado como as sucessivas reduções do consumo de água per capita levam a uma inexorável degradação dos padrões de saúde da população palestiniana.

  O relatório Goldstone sobre os crimes de guerra, aprovado na ONU, e o mandado de captura da justiça britânica contra a ex-ministra israelita dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Livni, vêm sublinhar o quanto a ocupação israelita tem vindo a suscitar o isolamento internacional da potência ocupante. Foi neste contexto que a EPAL se prestou a furar o repúdio internacional e a oferecer à Mekorot uma testa-de-ponte que desesperadamente procura na União Europeia. Por isso, a EPAL se tornou o alvo duma campanha internacional e será nos próximos meses apontada a dedo como exemplo do que não deve fazer-se. Tratando-se duma empresa pública, a responsabilidade dos seus actos envolverá também o ministério da tutela e todo o governo português. Conta-se com a intervenção de várias personalidades e organizações internacionais de renome nesta campanha.

  A coligação de organizações que agora lançam a campanha em Portugal trocou já alguma correspondência a este respeito com o Conselho de Administração da EPAL, correspondência essa que no entanto se revelou infrutífera. O mesmo sucedeu com o Ministério do Ambiente. Segue-se agora uma ronda de reuniões com os partidos parlamentares, que irá iniciar-se na 4ª feira, às 14h30 e prosseguir na 5ª feira, às 18h. Os primeiros partidos visitados pela delegação serão o PCP o BE e o PEV.

Associação Água Pública
Comité de Solidariedade com a Palestina
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Movimento para a Paz no Médio Oriente
Fórum para a Paz
Tribunal do Iraque (audiência portuguesa)

 
 
Más información:


Si quieres contribuir a que Kaos en la Red pueda seguir publicando artículos como este, puedes hacer tu donación en:
Paypal (seguro y permite diferentes formas de pago)
Microdonación de 2 euros
Donación de importe libre


Comentarios (0)
La inserción de comentarios en esta noticia está desactivada

Más información en Kaos en la Red
Internacional Palestina Portugal

Col-lectiu Kaos en la Red - Carrer Ramón Llull 132 Terrassa, el Vallés Occidental (Paísos Catalans)