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Na eleiçom do 5º presidente Made in Spain para a Junta da Galiza
NÓS-UP avalia a recuperaçom polo PP do poder autonómico na Galiza.
NÓS-Unidade Popular | Para Kaos. Galiza | 22-4-2009 a las 11:30 | 1053 lecturas | 3 comentarios
www.kaosenlared.net/noticia/na-eleicom-do-5-presidente-made-in-spain-para-junta-da-galiza
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Para NÓS-Unidade Popular, ao contrário do que alguns alarmistas tenhem vaticinado nas últimas semanas em relaçom aos resultados de 1 de Março, a eleiçom de Núñez Feijó como novo presidente autonómico galego nom vai supor grandes novidades na configuraçom do aparelho institucional da Autonomia. É verdade que o PP recuperou a hegemonia na Junta e um tecnocrata adscrito e ao serviço da grande burguesia galega-espanhola liderará mais quatro anos de política antigalega e direitista sem complexos.

No entanto, o próprio Alberto Núñez Feijó adiantou já algumhas linhas do que vai ser a sua acçom de governo, que incluirá, dixo, a manutençom de “todo o bom que fijo o bipartido anterior”. Realmente, nom vai ter necessidade de desmontar muita cousa, porque o PSOE e o BNG em nengum momento rompêrom significativamente a linha de continuidade de todos os anos anteriores de fraguismo, nem em política económica, nem de serviços públicos nem ambiental ou lingüística.

Daí que Feijó poda manter e incluso incrementar o número de privatizaçons e favores  a sectores privados da sanidade, dos serviços sociais ou do ensino, sem necessidade de romper com as políticas de Tourinho e Quintana.

Também continuarám os privilégios e sobressoldos dos políticos, apesar de que a grande maioria do povo trabalhador galego, especialmente a juventude e as mulheres, vê piorar as suas condiçons de vida dentro da crise sistémica que vivemos.

Daí que Feijó nom precise de entregar o controlo da política energética ao grande capital  espanhol e galego-espanhol, como sempre defendeu o Partido Popular, porque o PSOE e o BNG em nengum momento recuperárom para o sector público galego um segmento tam importante da nossa economia.

Daí que as agressons ao meio natural e à ordenaçom harmónica do território vaiam continuar  a ser umha constante sob a batuta de Feijó, tal como a gestom do lixo, a poluiçom industrial e o modelo de transporte insutentáveis.

Daí também que a autodeterminaçom vaia continuar proscrita na linguagem política oficial da era Feijó, enquanto a adesom da Galiza autonómica à antidemocrática Espanha constitucional de 1978 será garantida polo espanholista PP, como antes foi garantida polos também constitucionalistas PSOE e BNG.

Daí que, em definitivo, Feijó poda dar-se ao luxo de garantir mais espanhol  no ensino, nas instituiçons e na sociedade, na medida que os seus antecessores no cargo em nengum momento mudárom a tendência dominante de espanholizaçom social.

É evidente que a vitória de umha força tam reaccionária como o PP é umha péssima notícia para o povo trabalhador galego, mas é imprescindível que fagamos umha leitura correcta do que isso significa. Enquanto o PP mantivo os seus fiéis apoios eleitorais,  o realmente significativo do dia 1 de Março foi que o PSOE e do BNG colheitárom o rejeitamento de dezenas de milhares de trabalhadores e trabalhadoras enganadas polas políticas continuístas dos últimos quatro anos.

É, por isso, imprescindível trabalharmos por construir a ferramenta política capaz de ganhar a adesom dessas dezenas de milhares de galegos e galegas que querem  mais esquerda e mais soberania nacional para a Galiza. NÓS-Unidade Popular continua empenhada nesse labor e espera poder confluir com outros sectores do movimento popular com que coincidimos no fundamental: a luita contra Espanha e o capital, pola independência nacional e o socialismo.

Entretanto, hoje assistimos à eleiçom do 5º presidente  Made in Spain  para a Junta da Galiza.

Direcçom Nacional de NÓS-Unidade Popular

Galiza, 18 de Abril de 2009

http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1685
 
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Comentarios (3)

#1.- O FUTURO DE GALIZA

Xose Lois|22-04-2009 13:48

O futuro de Galiza passa pela independência como naçom livre e soberana para poder dezidir o seu futuro.Os povos irmaos Portugal,Brassil,e outros garantian que o nosso idioma,a nossa iconomia tenha futuro.A relaçom com Espanha  pode melhorar na medida que o Estado reconheza o direito da nossa naçom a sua livre determinaçom e escomençar umha nova relaçom baseada no respeito entre povos soberanos.Temos umha tarefa tudos os independêntistas muito dura nestes intres.Que a direita chamese PP o PSOE estea no poder nom vai trocar nada para o futuro da nossa naçom.O verdadeiro troco esta nas maos de tud@s que consideramonos independêntista para virar a mentalidade dos galegos que ainda deijanse  enganar pelo falsos galegos que seguem empregando extrategias colonialistas e de dependencia do Estado Espanhol.GALIZA LIVRE E SOBERANA.GALIZA SOCIALISTA.SEMPRE EM GALIZA.       

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#2.- UN INSTRUMENTO QUE TEMOS QUE CONSTRUÍR ENTRE TODOS

A MOSCA ESQUERDOSA|22-04-2009 18:10

Esa ferramenta na que vós e nós estamos empeñados, debe partir da base de recoñecer que ninguén de todos nós, sós, poderemos acadala.
Ese intrumento debe ter como punto de partida  a comprensión  de que ese polo de esquerda anticapitalista e soberanista (nen sequera poñería como condición previa o independentismo, senón como resultado, no seu caso) ou se constrúe xuntando forzas e deixando á parte precondicións innecearias, ou seguiremos mergullados nunha permanente liorta de etiquetas, siglas, exabruptos, descalificacións, etc. etc.
Cómpre buscar encontros e non disonancias, porque repítovos, un polo alternativo que xunte loita de clases e loita nacional (e ecoloxista, antipatriarcal...) só poderá coller peso e influenza xuntando todas as mans que esteamos polo labor. Nesa batalla estamos dende a esquerda anticapitalista.
Saúdos.
(amoscaesquerdosa.blogspot.com)

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#3.- Nº2 LIORTA,SIGLAS,EXABRUPTOS,DESCALIFICAÇOMS...........?

Xose Lois|22-04-2009 19:40

Que queres dicer cando planteijas que nom debemos ponher condiçoes ao futuro do pais?¿Acaso nom estas ponhendo ti condiçoes aos que queremos a independência de Galiza?Para os  independêndistas e irrenunciabel esta cuestiom o futuro do nosso pais passa pela soberania e emancipaçom das classes populares.¿Estarias ti disposto a renunciar ao anticapitalismo?¿Em base a que estarias disposto a renunciar?¿Nos nom estamos renunciando ao anticapitalismo umha organizaçom de esquerdas que renuncie ao anticapitalismo nom seria de esquerdas estaria insertada na sociedade da economia burguesa coma  tocanos viver nestes intres.Atopo contradiçoes proprias dun socialdemocrata no  teu escrito assim como nom entendo que ti ponhas condiçoes aos que tenhen um projecto de pais e de uhma economia concreta para o pais.Atoupar encontros com outras organizaçoms penso que terefa de calquer organizaçoms que minimamente estea cos pes na terra,pero nom a calquer preço.¿Que passa que temos de desfazernos de principios,propositos,fines,etc.etc.para chegar a encontros?O que nom se debe e ponher barreiras,trabas,a ninguem que tudos leven a suas propostas e discutamos.¿Nom che parece?     

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