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Marcha contra a especulaçom e a privatizaçom da costa galega percorreu Compostela
Quase 1.000 pessoas respondêrom à convocatória da rede Galiza Nom se Vende, marchando no meio dia de hoje sobre as ruas da capital galega...
Diário Liberdade | 21-3-2010 a las 16:40 | 712 lecturas | 2 comentarios
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... em defesa do território e contra as políticas especulativas e privatizadoras dos espaços naturais.

A defesa do sector primário e a denúncia do capital como principal agente destruidor do meio natural protagonizou os discursos e as legendas escritas em numerosas faixas que dérom cor à manifestaçom de hoje, que retoma as actividades mobilizadoras que Galiza Nom se Vende encentou durante o governo bipartido anterior.

Na marcha nom faltárom o Forum Social de Cangas, o Comité de Emergência da Ria de Ferrol, SOS Courel, Verdegaia, o Sindicato Labrego Galego e representantes de plataformas locais ou globais, como a de defesa dos caminhos de ferro ou contra os planos aqüícolas em espaços protegidos como Tourinhám. Ao todo, mais de 60 colectivos apoiárom ou participárom, criticando como em ocasions anteriores o "Bloque Socialista Popular", em referência à identidade das políticas desenvolvidas polos três partidos (PP,  PSOE  e BNG)  presentes no Parlamento autónomo galego e na maioria dos concelhos da Galiza

A ironia nom faltou, com cantos como "menos cultura, e mais infra-estruturas" ou "nengumha ria sem piscifactoria".

Já em termos ideológicos, e para além dos movimentos de pessoas directamente atingidas por agressons concretas, na manifestaçom vírom-se colectivos anarquistas, da esquerda independentista e também alguns partidos institucionais co-responsáveis polas políticas que eram denunciadas na mobilizaçom, como é o caso de IU. A variada composiçom era completada por umha ou outra ONG, como foi o caso de Amarante.

Para além da denúncia do peso das empresas nos planos de ordenaçom do território e na Lei do solo, e em relaçom a outras convocatórias, na de hoje salientou a presença de faixas alusivas à política lingüística desenvolvida polo PP  no último ano, de aberta agressom contra o idioma próprio da Galiza.

A partir das 17 horas decorre na Sala Nasa de Compostela um concerto que completa a jornada reivindicativa de hoje, com os grupos O Sonoro Maxín, Sacha na Horta, Pandereteiras Bouba, entre outros espectáculos.

http://www.diarioliberdade.org
 
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Comentarios (2)

#1

srtrtq|21-03-2010 20:16

Acontece que é evidente que a manifestación foi a menos numerosa de todas, pero é ridículo dicir que tan so había unhas 1000 persoas por que é falso, como seguramente tamén o serán os números que manexe "oficialmente" GNSV. Postos a seguir as informacións dos medios de comunicación do Sistema, xa poderiades decir que eramos unhas 500, como dixo a policía.

Obrigados, pola "contrainformación".

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#2.- numerite nom, porfa

-|21-03-2010 22:04

Já estamos coa numerite. Se nom víssemos tanto a tele daríamonos conta que 1.000 pessoas é umha manifestaçom bastante digna, mais claro, se os antiabortistas dim que som 2 milhons, está claro que hoje éramos 5.000. Tem sentido ver que consegue exagerar mais?

5.000 parece-che bem? 

Valoración: -1    |  Avisar provocación

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