... em defesa do território e contra as políticas especulativas e privatizadoras dos espaços naturais.
A defesa do sector primário e a denúncia do capital como principal agente destruidor do meio natural protagonizou os discursos e as legendas escritas em numerosas faixas que dérom cor à manifestaçom de hoje, que retoma as actividades mobilizadoras que Galiza Nom se Vende encentou durante o governo bipartido anterior.
Na marcha nom faltárom o Forum Social de Cangas, o Comité de Emergência da Ria de Ferrol, SOS Courel, Verdegaia, o Sindicato Labrego Galego e representantes de plataformas locais ou globais, como a de defesa dos caminhos de ferro ou contra os planos aqüícolas em espaços protegidos como Tourinhám. Ao todo, mais de 60 colectivos apoiárom ou participárom, criticando como em ocasions anteriores o "Bloque Socialista Popular", em referência à identidade das políticas desenvolvidas polos três partidos (PP,  PSOE  e BNG)  presentes no Parlamento autónomo galego e na maioria dos concelhos da Galiza
A ironia nom faltou, com cantos como "menos cultura, e mais infra-estruturas" ou "nengumha ria sem piscifactoria".
Já em termos ideológicos, e para além dos movimentos de pessoas directamente atingidas por agressons concretas, na manifestaçom vírom-se colectivos anarquistas, da esquerda independentista e também alguns partidos institucionais co-responsáveis polas políticas que eram denunciadas na mobilizaçom, como é o caso de IU. A variada composiçom era completada por umha ou outra ONG, como foi o caso de Amarante.
Para além da denúncia do peso das empresas nos planos de ordenaçom do território e na Lei do solo, e em relaçom a outras convocatórias, na de hoje salientou a presença de faixas alusivas à política lingüística desenvolvida polo PP  no último ano, de aberta agressom contra o idioma próprio da Galiza.
A partir das 17 horas decorre na Sala Nasa de Compostela um concerto que completa a jornada reivindicativa de hoje, com os grupos O Sonoro Maxín, Sacha na Horta, Pandereteiras Bouba, entre outros espectáculos.
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#1
srtrtq|21-03-2010 20:16
Acontece que é evidente que a manifestación foi a menos numerosa de todas, pero é ridículo dicir que tan so había unhas 1000 persoas por que é falso, como seguramente tamén o serán os números que manexe "oficialmente" GNSV. Postos a seguir as informacións dos medios de comunicación do Sistema, xa poderiades decir que eramos unhas 500, como dixo a policía.
Obrigados, pola "contrainformación".
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#2.- numerite nom, porfa
-|21-03-2010 22:04
Já estamos coa numerite. Se nom víssemos tanto a tele daríamonos conta que 1.000 pessoas é umha manifestaçom bastante digna, mais claro, se os antiabortistas dim que som 2 milhons, está claro que hoje éramos 5.000. Tem sentido ver que consegue exagerar mais?
5.000 parece-che bem? 
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