PP, PSOE e BNG aprovárom a iniciativa em 2007, mas as entidades sociais que trabalham no assunto, tais como o ODDC e Esculca denunciam que 2 anos depois continua sem ser aplicada. Nom a aplicou o governo bipartido, formado polo PSOE e polo BNG entre 2005 e Março deste ano, nem o PP nestes meses.
Da mesma forma, o governo espanhol em maos do PSOE também evita aplicar o compromisso adquirido em 2005 para ratificar a Convençom da ONU contra a Tortura, se bem no passado dia 15 de Outubro foi aprovada umha modificaçom da Lei Orgánica do Poder Judicial para que o Defensor do Povo espanhol atenda essas demandas, criando um Mecanismo Nacional de Prevençom da Tortura.
No caso da Galiza, nem o bipartido nem o PP pugérom em andamento qualquer mecanismo concreto para evitar maus tratos e torturas que, de facto, se sabe que existem, já que anualmente som denunciadas por organismos nom governamentais de carácter internacional. Nesta ocasiom foi o BNG que, umha vez na oposiçom, apresentou umha iniciativa para a aplicaçom do aprovado em 2007, mas o PP rejeitou-na com a sua maioria absoluta.
Apesar do rejeitamento, tanto o PP como o PSOE dim que estám "onde estavam em 2007", quando apoiárom a criaçom do órgao de prevençom do maltrato policial. Porém, o actual governo deixa a responsabilidade a Madrid, já que as competências em matéria de corpos repressivos pertence ao Estado.A entidade promotora da iniciativa, Esculca, reclama competências na matéria para a Junta da Galiza, já que considera que assim poderia controlar os funcionários de centros de menores, psiquiátricos, esquadras policiais e restantes ámbitos que venhem gozando de impunidade na matéria.
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