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Jornada de greve nos supermercados paralisa o sector
Ante a negativa da patronal de máis de 2000 empresas a negociar milhoras no convénio colectivo de Ponte-Vedra e Corunha, som mais de 30.000 as trabalhadoras e trabalhadores chamados à greve.
Galizalivre | 28-11-2009 a las 1:27 | 1728 lecturas
www.kaosenlared.net/noticia/jornada-greve-nos-supermercados-paralisa-sector
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Ante a negativa da patronal de máis de 2000 empresas a negociar milhoras no convénio colectivo das províncias de Ponte-Vedra e Corunha, som mais de 30.000 as trabalhadoras e trabalhadores chamados à greve. CIG, UGT e CC.OO chamarom a parar o sector no dia de hoje, e ameazarom com levar adiante um paro indefinido a partir do 9 de Dezembro de nom chegarem a acordo. As mobilizaçons já comezaram o passado dia 23 e pretendem ter continuidade de nom haber propostas para soluciona-lo. Se em estas duas semanas as negociaçons nom chegassem a termos aceptáveis para as trabalhadoras e trabalhadores a greve poderia ser especialmente lesiva para os comércios, que tenhem um salientável pico de vendas durante as festas de Natal.
As cifras de seguimento que estimam os sindicatos superam o 90%. E pararom, entre outros, o Gadis, Claudio, Froiz, El Árbol, Lidl, Haley, Hipescar, Aliprox e Hiperxel. Piquetes
 
Em Poio paralisarom a linha de reparto esta madrugada, cortando o centro logístico de Supermercados Froiz de Lourido. Carlos Búa, o delegado de CC.OO em Froiz cifou o seguimento na empresa no cento por cento.
Nas cidades de Vigo, Ponte-Vedra, Compostela e Crunha também se paralisarom a maioria dos supermercados afectados pola negociaçom. A partir do horário de apertura dos estabelecementos acentuou-se o trabalho de piquetes informativos nas portas, e por agora nom se registrarom incidentes.
Neste momento as trabalhadoras e trabalhadores seguem na rua a pé, impedindo que se abram as portas e repartindo informaçom sobre o conflito.

Reivindicaçons

Os sindicatos reunirom-se coa patronal em cinco ocasons desde o passado 20 de Maio para procurar umha soluçom, mas ainda nom se achegarom posturas por parte do empresariado. Este considera inasumíveis as propostas por mor da caida das vendas no 2008.
A passada semana, CIG, CCOO e UGT em rolda de imprensa, salientarom as principais petiçons dos e das trabalhadoras e explicarom qual é a situaçom actual no sector. Criticarom especialmente que, além de nom aceitar as solicitudes de milhoras laborais, mesmo chegarom a propor medidas regressivas, como umha suba salarial do 1%, que em funçom do IPC, tivesse que ser devolta, de resultar este índice negativo ao final do ano.
Riscos laborais
A segurança no posto de trabalho é outro dos piares nos que se substenta a greve. As medidas de prevençom som mínimas, alias, nom se dam passos a nível normativo para ajudar na conciliaçom da vida familiar e laboral. Este último problema agudiza-se tendo em conta a feminizaçom do servizo em supermercados, o qual leva a umha sobreexploraçom das mulheres que suportam uns horários que superam com muito as 8 horas diarias como assalariada.
Horas extraordinárias

As horas a mariores do horário laboral previsto no contrato som umha práctica sistemática no sector. Muitas de elas nom som pagadas, para o qual as trabalhadoras solicitavam sistemas de fichagem, para controlar as horas de entrada e de saída podendo assim contabilizar o tempo real da jornada, impedir os abusos horários e deixar de fazer horas extraordinárias gratis. Porém, a resposta da patronal nom é só negar-se a assumir estas esigências, mas propor reducir o pagamento do preço estipulado por estas horas na actualidade.
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