...que manifestárom de novo a sua negativa a aceitarem o incremento da presença e controlo militar no território das freguesias afectadas.
O percurso da marcha, vigiado permanentemente por unidades antidistúrbios da policía espanhola e também, a modo de provocaçom, por militares, permitiu dar a conhecer de um jeito mais claro os destroços que os obras levadas a cabo polo Exército espanhol no monte para fazer pistas florestais e para construir réplicas de umha aldeia afegá ou de um espaço urbano em que os soldados podam treinar. Destroços no património natural e cultural de Salzedo, como por exemplo os que afectam a mámoas e petróglifos e polos quais a Conselharia de Cultura ordenou agora, após mais de meio ano, paralisar as obras.
Além disto, os e as organizadores/as da marcha explicárom como, segundo a legislaçom espanhola, nas mais de 10.000 vivendas de Ponte Vedra, Marim e Vila Boa atingidas pola zona de segurança mais afastada é preciso permissom dos militares para realizar plantaçons arvóreas ou erguer certos tipos de edificaçons em propriedades comunais ou particulares. Além disso, na zona próxima de segurança (que atinge 105 vivendas e milhares de fincas), “nom poderám realizar-se, sem autorizaçom do Ministério de Defesa, obras, trabalhos, instalaçons ou actividades de classe algumha”, segundo recolhe literalmente a normativa vigente (Lei 8/1975 e Real Decreto 689/1978).
Apresentamos a seguir umha pequena reportagem fotográfica que mostra a boa capacidade de mobilizaçom vicinal no conflito, a presença policial e militar e as obras já realizadas em terrenos que pertencem ao povo.
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#1
29-06-2009 11:13
militares fora da Galiza!!
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#2
29-06-2009 13:15
Militares PARASITOS SOCIAIS.
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#3
29-06-2009 17:16
Moi ben compañeiras da PL por colgar esta noticia e moi ben o apoio prestado pola Coordenadora contra a guerra de Pontevedra . Adiante veciñas de Salcedo, OTAN FORA
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