No meio-dia de hoje, mais de 5.000 pessoas marchárom polas ruas de Compostela contra o massacre do povo palestiniano, convocadas por várias dúzias de colectivos sociais de um espectro ideológico muito amplo, mas com o anti-imperialismo como ideia comum.
Entidades sindicais como a CIG, o SLG, a UGT, CCOO ou CNT, partidos institucionais como o BNG ou IU, forças políticas independentistas como NÓS-Unidade Popular, Movimento pola Base ou Frente Popular Galega, organizaçons juvenis como Briga, Isca ou AMI, ambientalistas, culturais, feministas como a Marcha Mundial das Mulheres, anti-sionistas como os Judeus Anti-sionistas, centros sociais, ONG's... a lista de apoios foi ampla, mas as reivindicaçons mais ouvidas fôrom claras, tal como o manifesto aprovado: exigência de ruptura de relaçons diplomáticas com o Estado terrorista de Israel, definido como terrorista. Daí que o PSOE, finalmente, fracassasse na sua tentativa de desnaturalizar os conteúdos para poder participar.
"PSOE, PP, amigos de Israel", "o sionismo é o terrorismo", "onde estám, que nom se vem, as sançons a Israel", "Galiza-Palestina, solidariedade" e "Palestina vencerá" fôrom algumhas das palavras de ordem mais ouvidas.
A manifestaçom percorreu as ruas do centro, atrás de umha faixa segurada por pessoas de origem palestinianas residentes na Galiza, até chegar e quase encher a praça da Quintá, onde se leu o manifesto, que exigiu o fim da impunidade israelita e a intervençom internacional para deter a política de extermínio que vem aplicando há 60 anos contra o povo palestiniano.
Traducción al castellano
Galiza otra vez en la calle: más de 5.000 personas contra el sionismo y con la Palestina
Galiza continúa a salir a la calles para denunciar abiertamente la ofensiva genocida del imperialismo sionista y la complicidad de las instituciones internacionales, incluidas las españolas.
Al mediodía de hoy, más de 5.000 personas marcharom por las calles de Compostela contra la masacre del pueblo palestino, convocadas por varias docenas de colectivos sociales de un espectro ideológico muy amplio, pero con el anti-imperialismo como idea común.
Entidades sindicales como la CIG, el SLG, la UGT, CCOO o CNT, partidos institucionales como el BNG o IU, fuerzas políticas independentistas como NÓS-Unidade Popular, Movimento pola Base o Frente Popular Galega, organizaciones juveniles como Briga, Isca ou AMI, ambientalistas, culturales, feministas como la Marcha Mundial das Mulheres, anti-sionistas como los Judíos Anti-sionistas, centros sociales, ONG's... la lista de apoyos fue amplia, pero las reivindicaçons más oídas fueron claras, tal como el manifiesto aprobado: exigencia de ruptura de relaciones diplomáticas con el Estado terrorista de Israel, definido como terrorista. De ahí que el PSOE, finalmente, fracasara en su tentativa de desnaturalizar los contenidos para poder participar.
"PSOE, PP, amigos de Israel", "el sionismo es el terrorismo", "donde están, que no se viene, las sanciones a Israel", "Galiza-Palestina, solidaridad" y "Palestina vencerá" fueron algunas de las consignas más oídas.
La manifestación recorrió las calles del centro, atrás de una pancarta cogida por personas de origen palestinas residentes en Galiza, hasta llegar y casi llenar la plaza de A Quintá, donde se leyó lo manifiesto, que exigió el fin de la impunidad israelí y la intervención internacional para detener la política de extermínio que viene aplicando hace 60 años contra el pueblo palestino.
 
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#1.- erro
Xulia|19-01-2009 00:38
Fálase de 15.000 persoas, non de 5.000. Supoño que sería un erro.
http://www.vieiros.com/nova/71414/15-mil-galegos-berran-contra-
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#2.- Nom cabem 15.000 nessa praça
Kaos. Galiza|19-01-2009 08:50
Fala-se de 15.000... com pouco rigor. Nom cabem nessa praça. Se os 2.200 m2 em que havia manifestantes tivessem 3 por cada m2 e nom houvesse zonas baleiras, seriam 6.600. Quem estivo na Quintá sabe que havia zonas sem manifestantes e que nom havia umha densidade de 3 por m2.
Outra cousa é que o BNG faga ciência ficcçom cada 25 de Julho falando de 20.000 manifestantes. teriam que estar amontoados uns em cima de outros para caber.
Em todo o caso, 5 ou 6 mil manifestantes é umha grande manifestaçom, nom é necessário exagerar. 
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#3
sobre a ciência ficçom|20-01-2009 09:52
http://odemo.blogaliza.org/2009/01/18/uns-calculos-na-casa-apos-o-mani
  Galiza nom se vende, com umha cantidade similar de pessoas na sua última manifestaçom, também falara de 15.000
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#4.- Crónica, imagens e vídeo de Isca!
20-01-2009 15:39
http://www.iscagz.org/galiza-berra-contra-o-xenocidio-sionista/
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