com a ajuda e o financiamento da Deputaçom de Ponte Vedra governada polo PP de Rafael Louçám, finalizárom com um claro fracasso em assistência e sendo contestadas por diversas organizaçons comprometidas com o idioma. De facto, apesar dos dados manipulados que ofereceu o referido colectivo ultra sobre umhas supostas duzentas pessoas participantes nas jornadas, as fotografias recolhidas por alguns meios demonstram que a participaçom real nom chegou às trinta pessoas o sábado, dia de maior assistência a esse evento antigalego. No sábado, era o próprio Rafael Louçám quem participava nas jornadas, defendendo a falaz tese do “bilingüismo harmónico” e abrindo as portas da Deputaçom a novas colaboraçons no futuro com ‘Galicia Bilingüe’. O dirigente direitista demonstrou assim de maneira clara a vinculaçom existente entre o PP e os sectores contrários a qualquer avanço na normalizaçom lingüística na Galiza, complementando-se nas tarefas correspondentes ao desmantelamento dos direitos lingüísticos galegos.
Um outro facto a destacar foi o da exagerada presença policial ao longo dos dous dias, com carrinhas da plícia de choque estacionadas na redondezas do Museu de Ponte Vedra, membros da polícia espanhola controlando os arredores do prédio e identificando arbitrariamente pessoas que se encontravam nessa zona da cidade.
Por sua parte, diversas organizaçons dérom resposta à provocaçom que supom a organizaçom dessas jornadas, tanto nos dias prévios como na sexta-feira e sábado. Assim, NÓS-UP denunciou o apoio da Deputaçom aos ultras e fijo um apelo a retomar a luita de base pola língua;  associaçons culturais como Maio Longo ou a Revira também se posicionárom ou convocárom actos contra as jornadas.
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