O primeiro dia na sexta feira 20, falou o companheiro Pablo da Secção Sindical do SIEGA, que de um jeito ameno informou do conflito desenvolvido pela S.S., que acabou com a readmissão dos companheiros e companheiras, sendo reintegrados aos seus postos de trabalho: para alem disso explicou-nos as possibilidades que temos dentro do marco legal e à margem dele, de operar desde a S.Sindical. Chegados a este ponto interviram outros companheiros do público assistente que contaram as suas experiências em outro tipo de empresas e sectores.
O sábado 21 de manhã e chegado da Corunha expus o tema e introduziu o debate o companheiro da CNT, Pepe Paz, quem nos falou da organização da anarco-sindical, de como chegamos até esta aparente complexidade organizativa, que não é por outra causa que salvaguardar a democracia assemblearia da que nos dotamos os trabalhadores e trabalhadoras associados na CNT. Explicando-nos pormenorizadamente como se desenvolve a Assembleia do sindicato, que é a base sobre a que se substenta toda a Organização, da autonomia do sindicato, da organização territorial, dos diversos comités e a sua função, de como a CNT se artelha de embaixo para a cima, dos diversos comícios organizativos, de Plenos, Plenárias e Conferências de militantes; apesar da aridez do tema o companheiro fez o debate prazenteiro, disfrutando com ele.
À tarde e depois de almorçarmos todos juntos, continuamos com o companheiro Suso Garcia da CNT Betanços, quem falou da história do anarco-sindicalismo, ou seja da  CNT, desde a 1ª Internacional com a chegada de Fanelli a Espanha, passando pela criação da “Solidaridad Obrera” em Catalunya, a fundação da CNT em 1910, das luitas dos cenetistas para melhorar as condições laborais, das ilegalizações diversas a que estivemos expostos, da chegada da República, da Revolução Social, das colectivizações em Aragom, Levante e Catalunya, do exílio e depois da morte de Franco como se organiza a CNT de novo, até chegarmos ao momente presente, em que a CNT começa a ser de novo um referênte para a classe operária. Nem que dizer tem que com semelhante tema estivemos a falar durante três horas.
A continuação e também no local da CNT-Compostela o duo composto por Brais e Jurjo interpretaram diversas composições desde uma óptica jazzística, celebrado pelos presentes com grande alvoroço, acompanhando com umas empadas vegetarianas e “tortillas”.
E por último o domingo 22, com a companheira Rita Giráldes da CNT-Compostela, quem de uma maneira muito pedagógica ministrou um acelerado curso de formação  laboral básico, que perante um nutrido grupo de assistentes e durante toda a manhã, refrescamos e intercâmbiamos conhecementos sobre as nossas experiências laborais, preparando-nos para os dias vindouros de crise do capital e defesa dos nossos interesses de classe.
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#1
23-03-2009 12:36
Me alegro mucho por el éxito de las Jornadas, pero un pequeño-gran detalle, por favor traducirlo también al castellano porque a veces solo intuyo lo que pone.
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