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Festa, reivindicaçom e violência policial no jogo da selecçom nacional galega na Corunha
O colectivo de Siareir@s Galeg@s, trabalha pola reconhecimento dos direitos nacionais galegos no ámbito desportivo, publicou a sua crónica do acontecido pouco antes do jogo entre a Galiza e o Irám.
Siareir@s Galeg@s | Para Kaos Galiza | 29-12-2008 a las 17:17 | 964 lecturas
www.kaosenlared.net/noticia/festa-reivindicacom-violncia-policial-no-jogo-da-seleccom-nacional-gal
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Manifestantes pró-selecçons fam frente à polícia espanhola

Reproduzimos a crónica publicada polos convocantes da manifestaçom em defesa das selecçons nacionais galegas no passado sábado na Corunha, e que acabou rebentada por umha inusitada violência policial. Juntamos umha ampla reportagem fotográfica da carga.

Milhares de pessoas acudírom aos actos organizados por Siareir@s Galeg@s para reivindicar o direito a competir das selecçons nacionais galegas. 

Gaitas e regueifa

Às 16 horas a festa começou na rua Orçám onde o quarteto de gaitas da Gentalha do Pichel imprimiu ritmo à jornada com música nacional. Dous gaiteiros acompanhados de tamboril e bombo aquecêrom a fria tarde que se vivia na Corunha e acompanhárom a multidom de cánticos que a torcida da irmandinha coreou toda a tarde em defesa dos direitos nacionais da Galiza e da oficialidade das selecçons. Em conluio com @s músic@s, dous regueifeiros figérom troça entre os risos do público que lotava o lugar.

Manifestaçom

Às 19.30 saía do Campo da Lenha umha manifestaçom de 2500 pessoas que percorreu as ruas da cidade até o estádio. A mobilizaçom convocada por Siareir@s Galeg@s sob a legenda “direito a competir, direito a decidir” tinha como alvo reivindicar mais um ano o direito da Galiza a participar de forma oficial em campeonatos internacionais. O concorrido acto levou-se ao cabo sem a mais mínima incidência por parte d@s Siareir@s que fôrom ao longo do percurso reclamando a oficializaçom da selecçom galega com consignas como “umha naçom, umha selecçom” ou “queremos jogar partidas oficiais”. 

Acabada a manifestaçom quando apenas ficavam umhas dúzias de siareir@s na Praça de Portugal que estavam a falar tranqüilamente no lugar, sem o mais mínimo sentido, com total impunidade e da maneira mais covarde a polícia de choque carregou irracional e brutalmente contra a gente que por lá se encontrava montando um dos espectáculos mais penosos que se tenham visto nunca. 

Violência policial gratuita que con certeza deve responder a mesquinhos interesses eleitorais de Tourinho e companhia para criminalizarem o plural movimento popular polas selecçons galegas e tentar converter as vítimas em verdugos. 

Afinal o saldo é de três pessoas hospitalizadas e dezenas contusionadas pola barbárie e a sem razom dos violentos fardados.

Jogo

Já em Riazor Galiza voltou a demonstrar que nom só temos o direito senom a vontade por ter umha selecçom própria. Assim enquanto outras selecçons “regionais” formadas de forma artificial como La Rioja ou Múrcia tinham de anular os seus jogos por falta de apoio, Galiza voltava a ter um considerável apoio no Estádio de Riazor. Apoio sem dúvida maior do que o que tivo as escassas ocasions que jogou a selecçom espanhola na nossa Terra e prova plausível de que a Galiza é umha naçom. Porém, isto nom avondará para que os meios de (des)informaçom como La Voz de Galicia voltem a falsear dados sobre a assistência de público ao estádio municipal. Aliás, a nossa selecçom mantinha o grande nível desportivo por quarto ano consecutivo ganhando 3-2 a Irám e mantendo a equipa invicta.

Concerto

Após o jogo o Frontom de Riazor, decorado com um variado leque de faixas assinadas por Siareir@s Galeg@s e outros colectivos soberanistas como Briga ou Ceivar, ficava pequeno para o concerto. Trapalhada, Skacha, Lamatumbá e Tonhito de Poi animárom a festa pola oficialidade das selecçons.

Assim,Trapalhada abria o concerto cum “Galiza Ceive poder popular!” fazendo dançar o numeroso público durante toda a sua actuaçom. Ao Ska corunhês seguíu o clássico Punk Rock de Skacha,Lamatumbá e Tonhito de Poi despediam umha noite mágica apenas sujada polos cacetes espanhóis.

Traducción al castellano

  Reproducimos la crónica publicada por los convocantes de la manifestación en defensa de las selecciones nacionales galegas el pasado sábado en A Corunha, y que acabó rebentada por una inusitada violencia policial. Anexamos un amplio reportaje fotográfico de la carga. 

Miles de personas acudieron a los actos organizados por Siareir@s Galeg@s para reivindicar el derecho a competir de las selecciones nacionales galegas. 

Gaitas y regueifa 

A la 16 horas la fiesta comenzó en la calle Orçám donde el quarteto de gaitas de la Gentalha do Pichel imprimió ritmo a la jornada con música nacional. Dos gaiteiros acompañados de tamboril y bombo calentaron la fría tarde que se vivía en A Corunha y acompañaron a la multitud de cánticos que la hinchada de la irmandinha coreó toda la tarde en defensa de los derechos nacionales de la Galiza y de la oficialidad de las selecciones. En complicidade con l@s músic@s, dos regueifeiros hicieron mofa entre las risas del público que llenaba el lugar. 

Manifestación 

A la 19.30 salía del Campo de A Lenha una manifestación de 2500 personas que recorrió las calles de la ciudad hasta el estadio. La movilización convocada por Siareir@s Galeg@s bajo la consigna “derecho a competir, derecho a decidir” tenía como blanco reivindicar más un año el derecho de la Galiza a participar de forma oficial en campeonatos internacionales. El concursado acto se llevó al cabo sin la más mínima incidencia por parte d@s Siareir@s que fueron a lo largo del recorrido reclamando la oficialización de la selección galega con consignas como “una nación, una selección” o “queremos jugar partidos oficiales”. 

Acabada la manifestación cuando sólo quedaban unas docenas de siareir@s en la plaza de Portugal que estaban hablando tranquilamente en el lugar, sin el más mínimo sentido, con total impunidad y de la manera más cobarde a policía de choque cargó irracional y brutalmente contra la gente que por allá se encontraba montando uno de los espectáculos más penosos que se hayan visto nunca. 

Violencia policial gratuita que con certeza debe responder a mezquinos intereses electorales de Tourinho y compañía para criminalizar al plural movimiento popular por las selecciones galegas e intentar convertir las víctimas en verdugos. 

Finalmente el saldo es de tres personas hospitalizadas y decenas contusionadas pola barbarie y a sin razón de los violentos fardados. 

Juego 

Ya en Riazor Galiza volvió a demostrar que no sólo tenemos el derecho sino ganas de una selección propia. Así mientras otras selecciones “regionales” formadas de forma artificial como La Rioja o Murcia tenían que anular sus juegos por falta de apoyo, Galiza volvía a tener un considerable apoyo en el Estadio de Riazor. Apoyo a buen seguro mayor del que lo que tivo las escasas ocasiones que jugó la selecçom española en nuestra Tierra y prueba plausível de que Galiza es una nación. Sin embargo, esto no será suficiente para que los medios de (des)información como La Voz de Galicia vuelvan a falsear datos sobre la asistencia de público al estadio municipal. De hecho, nuestra selección mantenía el gran nivel deportivo por cuarto año consecutivo ganando 3-2 la Irán y manteniendo el equipo invicto. 

Concierto 

Después del juego el Frontón de Riazor, decorado con un variado abanico de franjas firmadas por Siareir@s Galeg@s y otros colectivos soberanistas como BRIGA o CEIVAR, quedaba pequeño para el concierto. Trapalhada, Skacha, Lamatumbá y Tonhito de Poi animaron la fiesta por la oficialidad de las selecciones. 

Así, Trapalhada abría el concierto con un “Galiza Ceive poder popular!” haciendo bailar el numeroso público durante toda su actuación. Al Ska coruñés seguió el clásico Punk Rock de Skacha, Lamatumbá y Tonhito de Poi despedían una noche mágica sólo manchada por las porras españolas.

http://www.siareirosgalegos.org/
 
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