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Euskal Herria: Os fascistas são tristes e desmancha prazeres - parte II
A ERTZAINTZA desceu o cacete com grande violência em Gernika,o número de pessoas feridas e magoadas, por balas de borracha, coronhadas, encontrões ou cacetadas, pode chegar à vintena.
Associação de Solidariedade com Euskal Herria | Gara | 18-8-2009 a las 18:21 | 586 lecturas | 1 comentario
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A POLÍCIA FASCISTA POSANDO PARA FOTO EM GUERNICA

A Ertzaintza voltou a carregar provocando contusões em inúmeras pessoas e detendo quatro delas (confirmadas oficialmente e já hoje postas em liberdade) - contra centenas de gernikarras, de todas as idades, que se encontravam ao fim da tarde no centro da localidade a gozar as suas festas.

Apenas algumas horas antes tinha havido um almoço popular com 4500 pessoas, pelo que as ruas estavam cheias de gente. A razão apontada para a carga foi que ia ter início um triki-poteo [giro de bar em bar] em solidariedade com os presos bascos.

Entrada já a noite, testemunhas dos acontecimentos disseram ao Gara que o número de pessoas feridas e magoadas, por balas de borracha, coronhadas, encontrões ou cacetadas, pode chegar à vintena.

As testemunhas oculares afirmaram com insistência que os detidos foram espancados primeiro: «Um deles sangrava do sobrolho quando o meteram na carrinha da Polícia, e o outro tinha a T-shirt completamente rasgada». Soube-se mais tarde que dois dos detidos são de Gernika, outro é de Forua e um outro de Barakaldo.

Disseram que, depois da proibição imposta pelo tribunal de excepção espanhol - AN - sobre o tradicional pregão do início das festas, por serem a Etxerat e o grupo de rugby da localidade a lê-lo, e depois de proibirem também uma kalejira [desfile, marcha] marcada para o­ntem, estava previsto um triki-poteo em defesa dos direitos dos presos para a noite de o­ntem.

Este evento, organizado de maneira alternativa, tinha contado com o apoio de 25 bares, que se tinham comprometido a retirar a música durante trinta minutos por esta mesma razão.

Logo após a reunião no recinto das txosnas e depois de pegarem nas imagens dos presos, os participantes dirigiram-se para a Pablo Picasso kalea.

Mas ainda não tinham andado cem metros e já ali estava a Ertzaintza a carregar pela primeira vez, provocando as primeiras correrias. As testemunhas referiram que os agentes «pareciam loucos, atiravam as pessoas pelas escadas abaixo, não queriam saber».

Acrescentaram que as pessoas responderam às cargas com o lançamento de cadeiras e de garrafas.

A Ertzaintza respondeu com mais cargas e, antes de abandonar o local, foi até à herriko taberna e ao recinto de txosnas, o­nde voltaram a carregar.

 
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Comentarios (1)

#1

20-08-2009 09:52

La ertzaintza hizo lo que tenia que hacer, actuar contra los matones que durante treinta años se  han   apoderado de las calles.
Ares valiente!!!

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