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Defender a Palestina histórica é um desafio possível!
A Palestina existia como país e foi surrupiada pelo movimento sionista para a criação do Estado de Israel, em 1947, com o apoio do Imperialismo britânico que colonizava a Palestina.
Somos Todos Palestinos! | 22-7-2009 a las 18:58 | 675 lecturas
www.kaosenlared.net/noticia/defender-palestina-historica-um-desafio-possivel
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Reconquistar a Palestina Livre não é uma utopia!

  Unidade da Esquerda Palestina e a refundação da OLP!

Temos na história o aporte da nossa defesa!

A verdade é concreta!

E se materializa no processo histórico!

A análise concreta da realidade nos revela os fatores objetivos e subjetivos de nossa luta e de nossas ações políticas.

Apresentamos aqui as nossas diretrizes de lutas e elas nascem da seriedade em compreender a correlação de forças em que vivemos.

Por isso reconquistar a Palestina Livre não é uma utopia!

 

 

 

Breve história da Palestina

 

A Palestina existia como país e foi surrupiada pelo movimento sionista para a criação do Estado de Israel, em 1947, com o apoio do Imperialismo britânico que colonizava a Palestina.

São mais de 120 anos de domínio Sionista sobre o Oriente Médio!

A invasão do Solo Pátrio da Palestina foi desenhado nas resoluções do Congresso Sionista, em 1897, na Basiléia, Suíça. E a Declaração Balfour, de 1917, foi o instrumento da vergonha utilizado entre a Grã-Bretanha e a Federação Sionista sinalizando a vontade de conceder as terras da Palestina para criação do Estado de Israel. .

A formação do Estado de Israel sobre o Solo Pátrio da Palestina deve ser criticado, pois a criação do Estado Teocrático de Israel não foi fruto da autodeterminação do povo hebreu. E deve ser combatido por ser resultado e produto da ação política do movimento sionista sob o pretexto de dar um Lar Nacional para os Judeus. Através de invasões violentas de grupos terroristas sionistas como Irgun e Stern usurparam as terras da Palestina, massacraram e expulsaram os palestinos, uma barbárie assegurada pelo processo "legal" da Resolução 181 (II) de 29 de Novembro de 1947 da o­nU e do condenável silêncio do mundo.

Reconhecer o Estado de Israel não o coloca em condição de um Estado fruto de direito.

Direito de existir e direito a um Estado quem tem é o povo palestino.

Nossa luta é internacional! Apoiamos a luta de resistência do povo palestino para libertar o seu território.

Desta forma denunciamos os governos árabes corruptos. Os regimes árabes monárquicos conservadores impedem o progresso revolucionário na região. Temem que o avanço contagiante das massas palestinas alimentem as revoltas nos seus próprios países, desestabilizando seus governos burgueses e corruptos. A questão palestina insufla toda a região e não será neutralizada. Alguns governos árabes corruptos querem reduzir o fenômeno de 61 anos de resistência palestina trocando por territórios fragmentados, chamando isso de “Estado”. Isso é um desrespeito aos mártires palestinos e a história será implacável com esse regimes corruptos.

O povo palestino tem o direito de ter de volta o seu País, seu lar, seu trabalho, sua escola e seu direito a viver!

E para viabilizar estes direitos defendemos a Unidade da Esquerda Palestina e a refundação da OLP!

 

Lutamos pelo:

1. O Direito de Retorno para os palestinos refugiados e indenizações.

2. Direito à autodeterminação e de construir o Estado Palestino laico, democrático

e não racista, na área liberta na Palestina histórica.

3. A cidade de Jerusalém como capital da Palestina.

4. Libertação dos presos políticos palestinos - hoje em torno de 11.000 o número de palestinos detidos e submetidos a situações precárias e desumanas

5. Liberdade para os presos políticos nos cárceres de Abu Mazem. É inaceitável que a Autoridade Nacional Palestina – ANP detenha em cárceres presos políticos palestinos.

CONGRESSO DA FEPAL – 2010

 

Chamamos a construção coletiva do pré-congresso da FEPAL.

Defendemos a necessidade da transparência e do caráter democrático do Congresso da FEPAL.

As forças políticas que compõem o movimento palestino no Brasil precisam acertar um cronograma de reuniões para construir a unidade palestina como parte da construção do pré-congresso dentro de um trabalho unitário.

Essa unidade tão necessária e urgente será possível se pudermos nos reunir e definirmos juntos os critérios para tirar delegados; as relações com os Comitês de solidariedade; as crises e problemas existentes nas associações, sociedade e comitês locais e a pauta de discussão para o Congresso.

 

 
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