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Cuba nos 20° aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança
Em Cuba se vive e respira os 20º anos da Convenção sobre os Direitos da Criança, afirmou em Havana,José Juan Ortiz Brú, representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).
José Juan Ortiz Brú* | ACN | 24-11-2009 a las 14:19 | 452 lecturas
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Cuba se vive e respira a Convenção sobre os Direitos da Criança

Ortiz Brú apresentou na sede da Associação Cubana de Nações Unidas (ACNU) o relatório anual do Estado Mundial da Infância, em uma edição especial a propósito de celebrar-se nesta sexta-feira os 20 anos de adotado pela Assembléia Geral da o­nU esse tratado internacional, ratificado por 193 estados-membros.

O representante da UNICEF considerou um privilégio trabalhar pela infância em um país como Cuba, por seus esforços e êxitos nesse campo.

Desde há meio século, a ilha vai à vanguarda, destacou Ortiz Brú e recordou que, quando foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança, em um dia como hoje de 1959, fazia meses que a Revolução tinha começado a trabalhar para jogar os alicerces de tão imensa obra.

Este pequeno país demonstra que quando se quer, tudo é possível, que muito pode se fazer com muito pouco, se existe vontade política, e nem crise, nem bloqueio nem catástrofes naturais e dificuldades econômicas têm feito ao Estado abandonar ou descuidar suas políticas em favor da infância, afirmou.

O funcionário sublinhou que nesse meio saudável, protetor, criado para a cada menina, menino e adolescente cubanos, com absoluta garantia de todos seus direitos, vive a Convenção.

  Podemos ver, sentir, tocar nesses garotos que a qualquer hora brincam sem perigo nas ruas, como também na Organização de Pioneiros José Martí, porque se fala de direitos e em seguida pensamos em saúde, educação, mas está, também, outro essencial e vulnerado em todas partes que é o da participação, significou.

Gostaria de saber se em algum outro país todas as crianças e adolescentes celebram hoje sua Convenção, como em Cuba, o­nde a cada escola está de festa e eles são quem opinam e fazem, assinalou Ortiz Brú, e acrescentou: “Isso é o que queremos para todos no mundo e que este exemplo se conheça e multiplique”.

Antes da apresentação do relatório, uma emissão postal especial pela data o próprio funcionário das Nações Unidas; Yamilé Ramos, presidenta da Organização de Pioneiros; Pablo Rodríguez, subdiretor geral da ACNU, e Odalys Roque, diretora do Ministério da Informática e as Comunicações.



*José Juan Ortiz Brú - do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

 
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