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Contra o inimigo difuso (Galego/Castellano)
O nosso inimigo tem umha estrategia bem definida, despregar múltiples formas que impedam lutar direitamente contra del. É a nossa obriga desenmascara-lo concentrando os nossos esforços correitamente.
Bieito Landeira Saavedra | 2-7-2009 a las 2:03 | 540 lecturas
www.kaosenlared.net/noticia/contra-inimigo-difuso-galegocastellano
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Cada um fala da feira segundo lhe vai nela.

Umha negra sombra percorre Europa. Avanza a passos acelerados, imparável. Co alento de moitos e coa colaboraçom consciente ou inconsciente de ainda máis. Tem moito poder. Todo o poder. Mais nom é todopoderosa. Tem um punto fraco: precisa do povo ao que pretende esmagar. Se o povo chega-se a ser conscente do que está a ocorrer. Se se moviliza-se. Trabalhando unido e com esperanza inquebrantável na súa propia forza, nom tería nada que fazer. É por isso que adicam tantos cartos a se ocultarem. Por isso é que ponhem tanto em jogo para nos desinformarem. Por nos dividirem. Por nos difuminar o objectivo.

Fagámo-nos umha pregunta. A quem é que nos enfrontamos? Grupos afíns com ideias menos craras que as nossas. Partidos políticos seguidistas. Medios de comunicaçom mercenarios. Empresas beligerantes com os nossos direitos... Precariedade, agressons ao medio ambiente, corrupçom, especulaçom, ataque aos direitos dos povos, recorte das liberdades das pessoas, genocidio de povos inteiros, cronificaçom da fame na maior parte do globo, fascistificaçom da política ocidental...

Parece que temos moitos inimigos nom sí? Poderiamos dizer que demasiados. Assim é que temos espalhados em cada umha das nossas vilas coleitivos que respondem a todos iles de forma particular. Actos reivindicativos de corte moi diverso cada poucos días. Toda umha serie de heroicos actos de autodefessa espalhados polo nosso entorno e que chegam ate os confins do planeta. Cativas mais variles mostras de resistência e dignidade do ser humam coma especie racional e conscente. Porém sem um fío que as una entre sim. Nom encaixa esta atitude como a peza dum puzzle na estrategia que o inimigo nos planteja? Nom estamos precisamente a jogar o seu jogo e coas súas propias regras?

O nosso inimigo difuso tem mil caras e moito poder. Umha incrível habilidade para nos confundirem e provocar desánimo. Moitas formas de nos fazer chantagem. E outras tantas de nos corromperem. A nossa única vantagem é o número. Nós somos máis, moitísimos máis. Issa é a nossa forza real. Porém se nos espalhamos perdémo-la nossa única oportunidade de definir umha batalha na que tenhamos algumha possibilidade real de vencer.

A proposta da unidade como método eficaz de loita nom a venho de inventar eu agora. É palavra comum entre tódolos que nos esforzamos por cambear o rumbo da especie á que pertencemos. E polo tanto som conscente das dificultades que isto conleva. E nom vou fazer um discurso em tom amável a prol da unidade porque som palavras em vam. Já que nim pessoalmente tenho a capacidade de fazer movimentos que suponham achegamento ningum entre as partes nim capacidade tal de convencimento. E o único que nos devería de preocupar é cómo fazer do nosso pensamento, das nossas acçons, da nossa vida cotiam algo realmente útil para obrigar a retroceder ao nosso inimigo.

A tática da resistência foi boa durante todo iste tempo. Permitiu manter quentes os ideais. Impediu que morrera a esperanza definitavamente. E com elo faise possível hoje que tenhamos umha oportunidade real de nos plantejar transformar este mundo numha sociedade máis justa na que fale o povo e calem todos.

Resistir é vencer. Mais chegou a hora da nossa ofensiva. A historia esta-nos a conceder umha oportunidade. Temos que a aproveitar. De cada crise anterior tem saído um cambio no rumbo político geral. Cada umha delas foi aproveitada para fazer palanca e redireccionar o caminho futuro. Cáseque sempre ten-nos tocado perder. Ista vez nom ha ser assim. Nom no-lo podemos permitir a nós mesmos. Hai ganhas, hai forzas, hai capacidade, capital humam suficiente, ideias de sobra... Precisamos ganhar em eficacia.

Já quedamos antes que para ganhar em eficacia precisamos unidade. Mais tambem que issa unidade era moi compleja de acadar. Imos asumir que assim é. E já que nom imos combater juntos alomenos poderiamos concentrar as nossas forzas no mesmo punto. Que cada quem traia as súas propias armas e loite á súa maneira, pero concretemos um mesmo quadrante sobre o que apuntar os nossos dardos para chegar assim a fazer mais dano no inimigo. Ate que tumbe!

Voltemos logo á pregunta do principio. A quem é que nos enfrontamos? A resposta é: A nós mesmos! Nom coma individuos (que tambem) senom coma sociedade, coma povo. Definimos tambem ao começo que o punto fraco do nosso adversario é que nos precisa para os seus objectivos. Precisan-nos coma mam de obra sumisa, coma votantes obedientes que validem os seus factos, coma consumidores compulsivos das súas atrocidades... Sem o nosso consentimento em masa ningumha das súas atividades sería possível.

O outro día escoitei umha palavra: Corporatocracia! A orde mundial estabelecida polas grandes corporaçons. Capital privado, pequenos grupos de accionistas, umha porcentagem ridícula de pessoas que conformam os conselhos de administraçom das empresas máis poderosas e que o povo nim tam siquer conheçe som os que definem o que o mundo é e o que vai ser. Soio lhes interesa fazer-nos sentir dependentes deles. Quanto máis nos sintamos depender do que eles tenhem, mais poder acadam. Sera-lhes polo tanto máis doado seguir a reventa-lo planeta em beneficio propio. Mediante a classe política e apoiados nos media (ambos pagados direitamente dos seus fondos ou bem sendo submetidos a chantagem ou extorsom) fabricam umha realidade que se ajuste aos seus interesses. Constrúem polémicas absurdas ou supérfluas, cortinhas de fumo, espectáculos banais e aditivos, concéden-nos créditos abusivos (coma se os regalasem) para mercar cousas desnecessárias... Manténhen-nos alonjados da realidade. Manipulam á povoaçom para que lhes seja mais doado agir contra dela sem que ista se entere ou esté tam alienada que ainda enterándose nom seja quem de dar resposta. E para quem nom cala: repressom. A desinformaçom e o medo som as súas armas. Mais se rompemos a primeira a segunda devanece-se por sim propia.

É aí a onde quería chegar. O nosso inimigo real é a desinformaçom geralizada. Ninguem estaría disposto a comer veneno por máis barato que iste for, ou aceitar trabalhar coma escravo por vontade propia, nim condear aos seus filhos á miseria dum planeta inavilitável. No entanto a gente faino, por inconsciencia.

Bem, já que nom imos lutar juntos definamos alomenos hacia onde apuntar os nossos dardos. Concreticemos umha estrategia dirigida hacia um mesmo punto para concentrar alí todolos nossos esforzos. Que cada quem bata como poida, mais hai que fazer ferida ate que saia sangue e máis aló!

E temos que acodir coas nossas mensagens alá onde o povo esté. Basta de desperdiçar papel tentando sacar-lhe afiliados aos grupos afins, basta de panfletos a repartir en “congregaçons de convencidos”. Hai que ir aos centros de trabalho, ás rúas, aos centros comerciais, ás vilas, aos povos, a falar cos lavregos e cos marinheiros... E nom aborreçer com teses inentendíveis. Nom leva a ningures fazer um discurso para iniciados ante umha audiência de neófitos. Temos que manter um processo de reflexom interna, aprofundizar sempre a crítica e a autocrítica. Sim ela deijamos de ser quem somos. Mais soio com ela apenas avanzamos de onde já estamos. Hai que concentrar conceitos em frases simples, sem diversificar demasiado os temas pois senom satura, picar-lhe no orgulho ao trabalhador agora que está sensível! E faze-los chegar direitamente ao povo, como seja. Hai que conseguer que algo se mova, para o que nos temos que movilizar numha direcçom concretizada. Umha vez aberta umha fissura na represa já ninguem pode dete-la auga.

Alem disso, se nom pertences a ningum coleitivo nom importa. Nom precisamos promover siglas, o importante som as ideias. As ideias som as que prendem o lume. Todo chegará no seu momento adequado. Porém primeiro hai que debuxar o caminho e prende-la mecha.

Isto tampouco o invento eu. Todos os movimentos que acadarom maior ou menor suceso ao longo da historia escomezam assim. Por embaixo e dende o principio.

Contra o inimigo difuso e a carência de unidade de acçom concentremos alomenos os nossos golpes num mesmo punto. Necesitaríamos um faro, umha referência política crara para nos guiar. Mais bem valerá quando menos umha estrategia comum. Nom falo de renunciar ás nossas loitas cotiás senom de mirar alem delas. Detrás de cada um dos múltiplos ataques que recibimos agóchase um mesmo culpável camuflado baixo mil caras. Um único demônio cumha legiom de diabos que dilúem a efectividade das nossas réplicas, que confundem os nossos ataques. Nom hai tal debate político, nom hai tais interesses enfrontados das empresas, nom hai tal guerra entre bancos, nom hai medios de comunicaçom em fera competencia, nom hai tal choque de civilizaçons. Som todos enviados do mesmo poderoso adversario: umhas quantas familias aglutinadoras de cáseque todo o capital existente e com interesses em todo o globo. A confussom é a súa estrategia. A nossa tem que ser polo tanto concentrar esforços. Apuntar correitamente. E bater com todo.

Niste momento concreto da historia podémo-nos permitir umha certa indefiniçom política pero dende logo nom quedar-nos varados nos mesmos erros de sempre. A crise vai-no mudar todo. Hacia onde, dependerá de nós. Eles vam continuar a desenvolver a súa estrategia sem deterse em consultas, sabem que é o momento propício.

E tú que vas a fazer?


PD: Nom te esqueças dumha velha lecçom da historia. Em tempos de crise a confussom é o caminho máis curto ao fascismo. Nom colabores!

 

Contra el enemigo difuso


Una negra sombra recorre Europa. Avanza a pasos acelerados, imparable. Con el aliento de muchos y la colaboración consciente o inconsciente de muchos más. Tiene mucho poder. Todo el poder. Pero no es todopoderosa. Tiene un punto débil: necesita del pueblo al que pretende aplastar. Si el pueblo llegase a ser consciente de lo que está ocurriendo. Si se movilizase. Trabajando unido y con esperanza inquebrantable en su propia fuerza, no tendría nada que hacer. Es por eso que dedican tanto dinero en ocultarse. Es por eso que ponen tanto en juego para desinformarnos. Para dividirnos. Para difuminarnos el objetivo.

Hagámonos una pregunta. A quién nos enfrentamos realmente? Grupos afines con ideas menos claras que las nuestras. Partidos políticos seguidistas. Medios de comunicación mercenarios. Empresas beligerantes con nuestros derechos... Precariedad, agresiones al medio ambiente, corrupción, especulación, genocidio de pueblos enteros, cronificación del hambre en la mayor parte del globo, fascistificación de la política occidental...

Parece ser que tenemos muchos enemigos no? Podríamos decir incluso que demasiados. Tal es así que en nuestras ciudades surjen colectivos que responden a todos ellos de forma particular. Actos reivindicativos de corte muy diverso cada pocos días. Toda una serie de heroicos actos de autodefensa distribuidos en nuestro entorno y que llegan hasta los confines del planeta. Pequeñas pero auténticas muestras de resistencia y diginidad del ser humano como especie racional y consciente. Pero sin un hilo que las una entre sí. No encaja esta actitud como la pieza de un puzzle en la estrategia que el enemigo nos plantea? No estamos precisamente jugando a su juego y bajo sus propias reglas?

Nuestro enemigo difuso tiene mil caras. Una increíble capacidad para confundirnos y provocar desánimo. Muchas maneras de hacernos chantaje. Y otras tantas de corrompernos. Nuestra única ventaja es el número. Nosotros somos más, muchísimos más. He ahí en realidad nuestra fuerza. Pero si nos separamos demasiado unos de otros perdemos nuestra única oportunidad de definir una batalla en la que tengamos alguna posibilidad real de vencer.

La propuesta de unidad como método eficaz de lucha no la voy a inventar yo ahora. Es una palabra común a todos los que nos esforzamos por cambiar el rumbo de la especie a la que pertenecemos. Y por lo tanto soy plenamente consciente de las dificultades que esto conlleva. Y no voy a soltar el típico discurso en tono amable a favor de la unidad porque caería en saco roto. Ya que ni personalmente tengo la capacidad de hacer movimientos que supongan un acercamiento entre las partes ni mi capacidad de convencimiento llega a tal extremo. Y lo único que nos debería de preocupar es cómo hacer de nuestro pensamiento, de nuestras acciones, de nuestra vida cotidiana algo verdaderamente útil para obligar a retroceder a nuestro enemigo.

La táctica de la resistencia estuvo bien durante todo este tiempo. Nos ha permitido mantener calientes los ideales. Ha impedido que muriese definitivamente la esperanza. Y con ello se hace hoy posible que tengamos una oportunidad real en la que plantearnos transformar este mundo en una sociedad más justa en la que hable el pueblo y callen todos.

Resistir es vencer. Pero ha llegado la hora de nuestra ofensiva. La historia nos está concediendo una oportunidad. Tenemos que aprovecharla. De cada crisis anterior ha salido un cambio en el rumbo político general. Casi siempre nos ha tocado perder. Esta vez no va a ser así. No nos lo podemos permitir a nosotros mismos. Hai ganas, hai fuerzas, hai capital humano suficiente, ideas de sobra... Necesitamos ganar en eficacia.

Ya quedamos antes que para ganar en eficacia era necesaria la unidad. Pero también que esa unidad era muy difícil de conseguir. Vamos a asumirlo así. Y ya que no vamos a combatir juntos podríamos por lo menos concentrar nuestras fuerzas en un mismo punto. Que cada cual traiga sus propias armas y que luche a su manera, pero concretemos un mismo cuadrante sobre el que apuntar nuestros dardos para conseguir así hacer más daño al enemigo. Hasta que caiga!

Volvamos entonces a la pregunta del principio. A quién nos enfrentamos realmente? La respuesta es: A nosotros mismos! No como individuos (que también) sino como sociedad, como pueblo. Hemos definido también al principio que el punto débil de nuestro adversario es que precisa de nosotros para sus objetivos. Nos necesitan como mano de obra sumisa, como votantes obedientes que validen sus actos, como compradores compulsivos de sus atrocidades... Sin nuestro consentimiento en masa ninguna de sus actividades sería posible.

El otro día escuché una palabra: Corporatocracia! El orden mundial establecido por las grandes corporaciones. Capital privado, pequeños grupos de accionistas, un porcentaje ridículo de personas que conforman los consejos de administración de las empresas más poderosas y que el pueblo ni tan siquiera conoce son los que definen cómo es el mundo y cómo va a ser. Sólo les interesa hacernos sentir dependientes de ellos. Cuanto más nos sintamos depender de lo que ellos tienen, más poder adquieren. Será por lo tanto más fácil para ellos seguir reventando el planeta en beneficio propio. Mediante la clase política y el apoyo de los medios (ambos pagados directamente de sus fondos o bien siendo sometidos a chantaje o extorsión) fabrican una realidad que se ajuste a sus intereses. Construyen polémicas absurdas o superficiales, cortinas de humo, espectáculos banales y adictivos, nos conceden créditos abusivos (como si los regalasen) para comprar cosas innecesarias... Nos mantienen alejados de la realidad. Manipulan a la población para que les sea más fácil actuar en su contra sin que ésta se entere o esté tan alienada que aun enterándose no sea capaz de hacer nada. Y para quien no calla: represión. La desinformación y el miedo son sus armas. Pero si rompemos la primera la segunda se desvanece automaticamente.

Y es ahí adonde yo quería llegar. Nuestro enemigo real es la desinformación generalizada. Nadie estaría dispuesto a comer veneno por más barato que se vendiese, o trabajar como esclavo por voluntad propia, ni condenar a sus hijos a la miseria de un planeta inhabitable. Sin embargo la gente lo hace, por inconsciencia.

Bueno, ya que no vamos a luchar juntos definamos por lo menos hacia dónde apuntar nuestros dardos. Concretemos una estrategia dirigida hacia un mismo punto para concentrar allí todos nuestros esfuerzos. Que cada cual golpee como pueda, pero hay que hacer herida hasta que sangre y más allá!

Y tenemos que acudir con nuestros mensajes allá donde el pueblo se encuentre. Basta de desperdiciar papel intentando sacarle afiliados a los grupos afines, basta de panfletos a repartir en “congregaciones de convencidos”. Hay que ir a los centros de trabajo, a las calles, a los centros comerciales, a las villas, a los pueblos, a hablar con los campesinos y los marineros... Y no aburrir con tesis inentendibles. No nos lleva a ningún lado hacer un discurso para iniciados ante una audiencia de neófitos. Tenemos que mantener un proceso de reflexión interna, profundizar siempre en la crítica y en la autocrítica. Sin ella dejamos de ser quienes somos. Pero sólo con ella apenas avanzamos de donde ya estamos. Hay que concentrar conceptos en frases simples, sin diversificar demasiado los temas porque sino satura, tocarle en el orgullo al trabajador ahora que está sensible! Y hacerlos llegar directamente al pueblo, de la manera que sea. Hay que conseguir que algo se mueva, para lo que nos tenemos que mover en una dirección concreta. Una vez abierta una fisura en la presa ya nadie puede detener el agua.

Más allá de esto, no importa si no perteneces a ningún colectivo. No necesitamos promover siglas, lo importante son las ideas. Las ideas son las que prenden la llama. Todo llegará a su debido tiempo. Pero primero hay que trazar el camino y encender la mecha.

Esto tampoco me lo invento yo. Todos los movimientos que han alcanzado mayor o menor éxito a lo largo de la historia empiezan así. Por abajo y desde el principio.

Contra el enemigo difuso y la carencia de unidad de acción concentremos por lo menos nuestros golpes en un mismo punto. Sería necesario un faro, una referencia política clara que nos hiciese de guía. Pero bien valdrá por lo menos una estrategia común. No hablo de renunciar a nuestras luchas cotidianas sino de mirar más allá de ellas. Detrás de cada uno de los variados ataques que recibimos se esconde un mismo culpable camuflado bajo mil caras. Un único demonio con una legión de diablos que diluyen la efectividad de nuestras réplicas, que confunden nuestros ataques. No hay tal debate político, no hay tales intereses enfrentados de las empresas, no hay tal guerra entre bancos, no hay medios de comunicación en fiera competencia, no hay tal choque de civilizaciones. Todos son enviados del mismo poderoso adversario: unas cuantas familias aglutinadoras de casi todo el capital existente y con intereses en todo el globo. La confusión es su estrategia. La nuestra ha de ser por lo tanto concentrar esfuerzos. Apuntar correctamente. Y golpear con todo.

En este momento concreto de la historia nos podemos permitir una cierta indefinición política pero desde luego no el quedarnos varados en los mismos errores de siempre. La crisis lo va a cambiar todo. Hacia dónde, dependerá de nosotros. Ellos van a continuar desarrollando su estrategia sin deterse en consultas, saben que es el momento propicio.

Qué vas a hacer tú?


PD: No te olvides de una vieja lección de la historia. En tiempos de crisis, la confusión es el camino más corto al fascismo. No colabores!

 
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