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Clarence Kailin (1914 - 2009)
A nossa modesta homenagem a um combatente internacionalista
Kaos.Portugal | Para Kaos en la Red | 18-1-2010 a las 17:30 | 861 lecturas | 1 comentario
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Clarence Kailin nasceu em 1914, filho de imigrantes ju­deus de origem russa. Ainda jovem, ingressou no Partido Comunista Americano e mais tarde no Partido Socialista dos EUA, que ajudou a fun­dar.
Em 1936, o apelo internacio­nalista levou-o a alistar-se na brigada internacional Abra­ham Lincoln. “Nós sabíamos que era o fascismo”, disse ele 70 anos depois. “Sabíamos que era o anti-semitismo. Aqui estava uma oportunida­de de ir lá e lutar, empurrá-los para trás. Sentíamos que se perdêssemos, a II Guerra Mundial era inevitável, e foi o que ocorreu. E ocorreu, por­que a Grã-Bretanha, Fran­ça e Estados Unidos nos negaram qualquer tipo de ajuda.”
Em Janeiro de 1937 estava já em Espanha como motorista e mais tarde como soldado de infantaria, combatendo as tro­pas franquistas e seus alia­dos nazi-fascistas. Cedo se des­tacou pela bravura, entre outros combates, na primeira linha de defesa de Madrid e na batalha de Jarama. Em 1938, foi atingido por estilha­ços, com gravidade, durante a Batalha do Ebro, sendo hos­pitalizado nos arredores de Barcelona e repatriado.
Nos EUA, como ex-comba­tente da guerra civil espanho­la, foi perseguido e integrou a lista negra do governo fe­deral “Premature Antifas­cist”, elaborada pelo director do FBI Edgar Hoover. Priva­do por isso de conseguir um em­prego estável, só a custo obte­rá na Universidade de Wis­consin um cargo de fotó­grafo e auxiliar de laboratório.
Em 1949 engajou-se na luta pelos direitos civis dos ne­gros, cedendo a sua casa para sede de um movimento gre­vista de operários agrícolas afro-americanos, que se man­teve durante meses.
A partir da década de 60 fez campanha contra as guerras de agressão imperialista à Coreia, ao Vietname e contra as intervenções norte-ameri­canas na América Latina.
Desde os anos 80 militou con­tra as agressões imperia­listas ao Afeganistão e ao Ira­que. Adoeceu com pneumo­nia no Inverno de 2008, quan­do recolhia assinaturas para um manifesto exigindo a retirada americana do Ira­que.
Morreu no passado dia 25 de Outubro, aos 95 anos.
 
 
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Comentarios (1)

#1.- d.e.P. compañero.

20-01-2010 19:08

Que la tierra te sea leve.

La lucha continúa. 

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