... envolvido na campanha prévia à Jornada de Rebeliom Juvenil do próximo 24 de Julho em Compostela.
Carlos Garcia Seoane é, aos 25 anos, um militante independentista e comunista experimentado, além de trabalhador assalariado no sector da construçom, que mais um ano participa nos preparativos da data mais importante do ano para a sua organizaçom, Briga, que agrupa militantes jovens da esquerda independentista galega.
No Dia da Pátria costuma fazer-se balanço do trabalho desenvolvido desde o anterior 25 de Julho. Qual o balanço que fai Briga do seu trabalho nestes meses?
Para nós foi, como sempre, um trabalho sobretodo de rua, centrado em dous ámbitos. Por um lado, na agitaçom juvenil contra os efeitos da crise capitalista, contra os bancos e restantes responsáveis pola precariedade laboral que sofre a juventude trabalhadora. Por outro lado, denunciamos a outra grande agressom que sofremos como jovens galegas e galegos: a dirigida contra os nossos direitos lingüísticos, que desde a chegada do Partido Popular se tem intensificado de maneira clara, com sucessivas iniciativas antigalegas, como o novo decreto do ensino ou a supressom do galego no acesso ao emprego público.
A 'Jornada de Rebeliom', que Briga organiza cada 24 de Julho, está já assentada com duas partes, a mais lúdica, com um grande concerto no Parque de Belvis, e a mais reivindicativa, com umha manifestaçom no centro histórico. Som compatíveis a festa e a luita numha mesma jornada?
A deste ano é a sexta ediçom da Jornada de Rebeliom. Desde a primeira, em 2005, tem havido umha evoluçom, já que inicialmente só fazíamos um concerto com discurso e conteúdos nom só musicais, mas também políticos, no parque de Belvis. Além disso, o protagonismo da nossa militáncia, que com o seu trabalho directo fai possível que esse concerto seja possível, é parte da identidade da Jornada de Rebeliom, como mostra do que o trabalho militante pode fazer.
Porém, progressivamente fomos vendo a necessidade de dar novos passos para dar mais conteúdo à Jornada. Assim, em 2008 lançamos a primeira convocatória de umha mobilizaçom própria anterior ao concerto, que também visibilizasse no centro da capital galega a existência de um movimento juvenil como o nosso, independentista e revolucionário, na véspera da principal jornada patriótica galega.
A própria consolidaçom da Jornada de Rebeliom com esse duplo conteúdo confirma que, efectivamente, além de se divertir, a juventude galega pode e deve luitar quando toca... e agora toca.
Carlos Garcia Seoane é, aos 25 anos, um militante independentista e comunista experimentado, além de trabalhador assalariado no sector da construçom, que mais um ano participa nos preparativos da data mais importante do ano para a sua organizaçom, Briga, que agrupa militantes jovens da esquerda independentista galega.
No Dia da Pátria costuma fazer-se balanço do trabalho desenvolvido desde o anterior 25 de Julho. Qual o balanço que fai Briga do seu trabalho nestes meses?
Para nós foi, como sempre, um trabalho sobretodo de rua, centrado em dous ámbitos. Por um lado, na agitaçom juvenil contra os efeitos da crise capitalista, contra os bancos e restantes responsáveis pola precariedade laboral que sofre a juventude trabalhadora. Por outro lado, denunciamos a outra grande agressom que sofremos como jovens galegas e galegos: a dirigida contra os nossos direitos lingüísticos, que desde a chegada do Partido Popular se tem intensificado de maneira clara, com sucessivas iniciativas antigalegas, como o novo decreto do ensino ou a supressom do galego no acesso ao emprego público.
A 'Jornada de Rebeliom', que Briga organiza cada 24 de Julho, está já assentada com duas partes, a mais lúdica, com um grande concerto no Parque de Belvis, e a mais reivindicativa, com umha manifestaçom no centro histórico. Som compatíveis a festa e a luita numha mesma jornada?
A deste ano é a sexta ediçom da Jornada de Rebeliom. Desde a primeira, em 2005, tem havido umha evoluçom, já que inicialmente só fazíamos um concerto com discurso e conteúdos nom só musicais, mas também políticos, no parque de Belvis. Além disso, o protagonismo da nossa militáncia, que com o seu trabalho directo fai possível que esse concerto seja possível, é parte da identidade da Jornada de Rebeliom, como mostra do que o trabalho militante pode fazer.
Porém, progressivamente fomos vendo a necessidade de dar novos passos para dar mais conteúdo à Jornada. Assim, em 2008 lançamos a primeira convocatória de umha mobilizaçom própria anterior ao concerto, que também visibilizasse no centro da capital galega a existência de um movimento juvenil como o nosso, independentista e revolucionário, na véspera da principal jornada patriótica galega.
A própria consolidaçom da Jornada de Rebeliom com esse duplo conteúdo confirma que, efectivamente, além de se divertir, a juventude galega pode e deve luitar quando toca... e agora toca.
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