...Antes da chegada do secretário geral de política lingüística, umha faixa escrita em letras vermelhas deixava testemunho do nosso rechaço às portas do salom de actos de Ciências da Educaçom.
 
O estudantado da esquerda independentista tem muito que dizer perante a falta de resposta organizada doutros colectivos ancorados no eleitoralismo barato e a política de salom. A presença dos principais inimigos do nosso idioma nos centros de ensino merece todas as manifestaçons de oposiçom que forem precisas para fazer-lhes ver que nom som bem-vindos. Que a comunidade escolar deste país nom está conforme com a sangria de falantes que está a levar por diante o Galego. E que a escola espanholista e acomplexada que temos é umha garantia da subsituiçom lingüística que está a impor o espanhol como hegemónico nas comarcas do nosso País.
 
Ao longo de dúas horas fôrom repartidos entre a centena de estudantes assistentes às jornadas "Educaçom e línguas na Galiza" um igual número de panfletos contrários à presença do secretário geral. Este foi entrevistado brevemente pola TVG no mesmo espaço em que a faixa de AGIR despreçava a sua presença. Antes da sua palestra, políticos da tríada parlamentar PP, PSOE e BNG divertiam-se nas dependências do salom de actos discutindo sobre quem era o maior defensor da "liberdade".
 
Os espectáculos dos que vivem da miséria do nosso idioma, da normalidade democrática e do galeguismo bem-entendido, choca frontalmente com a realidade das pessoas que nas aulas da Galiza pretendemos viver plena e normalmente em galego. Por esse direito continuamos em pé.
 
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