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27 de Dezembro em Riazor, Violência gratuita?
Diego Bernal, de Siareir@s Galeg@s, envia este artigo sobre a agressom policial à manifestaçom do dia 27 de Dezembro. O Estado espanhol insiste em criminalizar as nossas legítimas reivindicaçons.
Siareir@s Galeg@s | Para Kaos. Galiza | 4-1-2009 a las 13:26 | 725 lecturas | 1 comentario
www.kaosenlared.net/noticia/27-dezembro-em-riazor-violncia-gratuita
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Bandeira de Espanha protegida na Corunha por polícias de choque

27 de Dezembro em Riazor, Violência gratuita?

Diego Bernal Rico 

Por quarto ano consecutivo Siareir@s Galeg@s saía o passado 27 de Dezembro à rua para reivindicar a oficializaçom das selecçons galegas. Algo tam simples e democrático como reivindicar que a Galiza, como naçom, como povo com vontade de ser, tem direito a decidir por sim próprio num ámbito tam importante como o desportivo. 

Existem no mundo mais de trinta realidades nacionais sem estado que compitem em campeonatos internacionais oficiais. Estamos simplesmente a demandar que a Galiza, para muitos galegos e galegas, seu referente nacional, tenha os mesmos direitos que a Escócia, Gales ou Irlanda do Norte. 

Que a Galiza é umha naçom ou nacionalidade histórica, que vem a ser o mesmo, está escrito até na Constituiçom espanhola, texto que @s que temos a galega como a nossa nacionalidade tanto odiamos e os que tenhem a espanhola tanto defendem. 

Que há vontade de sê-lo nom há dúvidas: Siareir@s Galeg@s com mais de 10 anos a luitar polas selecçons galegas e com mais de 2500 sócios e sócias, na sua grande maioria jovens, é umha boa prova. 

Contodo, se calhar resulte útil relembrar aqui atitudes de jogadores de reconhecimento internacional como Nacho Novo ou Ricardo Cabanas em relaçom à selecçom galega. O primeiro apanhou um voo chárter mesmo após ter finalizado a sua jornada de liga escocesa, chegou umha hora antes do jogo da Galiza e coroou a sua façanha deixando-se a pele no campo e marcando dous golos. O segundo trocou a camisola helvética sem hesitaçom pola galega, a pesar de ser umha selecçom negada.

A ninguém se lhe escapa que o mero jogo de umha selecçom como a galega é incómoda para um governo que defende umha naçom espanhola excludente e única. Nom por acaso nas bancadas nom estivo nem Tourinho nem Losada (PSOE), a Delegaçom do Governo espanhol (PSOE) mandou carregar contra @s manifestantes sim ou sim e jornais reaccionários como La Voz ou o Ideal invertêrom os acontecimentos e convertêrom as vítimas em carrascos. 

Desgraçadamente por trás das cabeças abertas de três jovens inocentes está em jogo a estratégia que o PSOE reserva para as selecçons galegas: distorcer as justas reivindicaçons populares, desvirtuar os jogos das selecçons galegas e criminalizar o heterogéneo e maciço movimento pola oficializaçom. E todo isto com o horizonte das eleiçons autonómicas. Violência gratuita? Se calhar nom foi tanto...

Traducción al castellano

  27 de diciembre en Riazor, Violencia gratuita? 

Diego Bernal Rico 

Por cuarto año consecutivo Siareir@s Galeg@s salía el pasado 27 de Diciembre a la calle para reivindicar la oficializaçom de las selecciones galegas. Algo tan simple y democrático como reivindicar que Galiza, como nación, como pueblo con ganas de ser, tiene derecho a decidir por sí mismo en un ámbito tan importante como el deportivo. 

Existen en el mundo más de treinta realidades nacionales sin estado que compitem en campeonatos internacionales oficiales. Estamos simplemente la demandar que Galiza, para muchos galegos y galegas, su referente nacional, tenga los mismos derechos que Escocia, Gales o Irlanda del Norte. 

Que Galiza es umha nación o nacionalidad histórica, que viene a ser el mismo, está escrito hasta en la Constitución española, texto que l@s que tenemos la galega como nuestra nacionalidad tanto odiamos y los que tenhem la española tanto defienden. 

Que hay gana de serlo nom hay dudas: Siareir@s Galeg@s con más de 10 años a luitar polas selecciones galegas y con más de 2.500 socios y socias, en su gran mayoría jóvenes, es una buena prueba. 

Con todo, tal vez resulte útil recordar aquí actitudes de jugadores de reconocimiento internacional como Nacho Nuevo o Ricardo Cabanas en relación a la selección galega. El primero cogió un vuelo chárter justo después de haber finalizado su jornada de liga escocesa, llegó una hora antes del juego de Galiza y coronó su hazaña dejándose la piel en el campo y marcando dos goles. El segundo intercambió el jersey helvética sin dudar por la galega, a pesar de ser una selecçom negada. 

A nadie se le escapa que el mero juego de una selecçom como la galega es incómoda para un gobierno que defiende umha nación española excluyente y única. No por casualidad en las gradas no estuvieron ni Tourinho ni Losada (PSOE), la Delegaçom del Gobierno español (PSOE) mandó cargar contra l@s manifestantes sí o sí y periódicos reaccionarios como La Voz o el Ideal invirtieron los acontecimientos y convertieron a las víctimas en verdugos. 

Desgraciadamente por detrás de las cabezas abiertas de tres jóvenes inocentes está en juego la estrategia que el PSOE reserva para las selecciones galegas: distorsionar las justas reivindicaciones populares, desvirtuar los partidos de las selecciones galegas y criminalizar el heterogéneo y masivo movimiento por la oficialización. Y todo esto con el horizonte de las elecciones autonómicas. Violencia gratuita? tal vez no tanto...

http://siareirasgalegas.org/principal.php?pag=lernot&id=228
 
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Comentarios (1)

#1

galego|04-01-2009 19:39

Coma nos tempos das colonias, a policia (que pagamos todos) para protexer o simbolo do colonialismo ea imposicion, a bandeirola facha-española.

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