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23 de Agosto de 1939 - Pacto Germano-Soviético
O pacto Molotov/Ribbentrop foi um acto genial de Staline que permitiu derrotar os nazis ou um acto inqualificável que provou que Staline é igual a Hitler e o comunismo igual ao fascismo?
António Barata | Para Kaos en la Red | 21-10-2009 a las 15:23 | 2662 lecturas | 20 comentarios
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Há 70 anos a URSS e a Alemanha nazi assinavam um pacto de não-agressão e acordavam a repartição da Polónia entre si. Motivo de grande controvérsia, o pacto Molotov/Ribbentrop tem sido defendido pela generalidade das correntes comunistas, à excepção das trotskistas e conselhistas, como um acto genial de Staline que adiou a agressão nazi à URSS por dois preciosos anos, permitindo-lhe reorganizar-se e preparar-se para a guerra e conseguir resistir aos alemães e derrotá-los. Para os seus detractores, foi um acto inqualificável que não só desencadeou a Segunda Guerra como provou que Staline é igual a Hitler, o comunismo ao fascismo e que os dois regimes são totalitários por natureza. Ou seja, liberdade, só com a democracia do capital.

A mistificação tem, nos dias que correm, o valor de verdade inquestionável e ganhou grande aceitação depois da implosão do bloco soviético. Tanto assim que há meses a OSCE, a organização da União Europeia para as questões de segurança, validou oficialmente a tese através de uma resolução em que culpa por igual a Alemanha e a URSS como exclusivos responsáveis pela guerra. Por isso vale a pena recordar alguns factos sistematicamente remetidos para o esquecimento.

ALIANÇA NÃO DECLARADA ENTRE DEMOCRACIAS E FASCISMO

O pacto Hitler-Staline foi o culminar de uma longa história marcada:

1- Pelo desejo das potências ocidentais de aniquilarem a União Soviética e assim varrerem de vez o fantasma da revolução proletária. Com esse objectivo fizeram vista grossa à ascensão do fascismo na Alemanha, e viram os seus métodos terroristas como um mal menor, controlável e muito útil na luta contra a ameaça da revolução comunista.

Foi a social-democracia europeia quem favoreceu o triunfo eleitoral de Hitler ao adoptar uma violenta e sectária política de isolamento dos comunistas após o esmagamento da revolução alemã; foram as democracias que permitiram o rearmamento da Alemanha nazi e deixaram afogar em sangue a República espanhola às mãos dos fascistas espanhóis, italianos e alemães com a sua política de neutralidade e não intervenção, como já o haviam feito relativamente à Etiópia, invadida pelos italianos, e à China, submetida pelo Japão. Foram os EUA, nomeadamente o magnata Morgan e as multinacionais IBM, CocaCola, Ford, Opel, Kodak e GE que ajudaram a reconstituição dos grupos financeiros e económicos alemães. Ninguém melhor que eles expressou o calculismo e o pensamento das potências ocidentais face ao fascismo e à “ameaça comunista”: “Nem os Aliados nem o Eixo devem ganhar a guerra. Os EUA devem proporcionar aos dois campos os meios para se combaterem e desmoronarem” (Henry Ford); “Se a Alemanha estiver a ganhar, devemos ajudar a Rússia; se a Rússia estiver a ganhar, devemos ajudar a Alemanha, para que morram o maior número de pessoas de cada lado” (Truman).

2 – Pela política de isolamento da URSS seguida pelas democracias, rejeitando sistematicamente todas as propostas e iniciativas soviéticas para a realização de pactos antifascistas tendo em vista a constituição de uma frente de Estados não-agressivos,  feitas insistentemente por Staline a partir de 1934, principalmente à França e à Inglaterra. A partir de 1935, com a realização do 7º Congresso da IC, a URSS levou mais longe esse esforço de entendimento com as democracias abandonando qualquer ideia de revolução e subversão da ordem burguesa e empenhando-se na constituição das frentes populares antifascistas unindo comunistas, social-democratas e democratas de todos o tipo. O mais que conseguiu foi a assinatura com a França do acordo Laval-Staline (que nunca saiu do papel) e um tratado de apoio mútuo com a Checoslováquia.

3 – Pela assinatura em Outubro de 1936 do Pacto Anticomunista pela Alemanha, Japão e Itália, o qual previa a partilha da URSS entre eles e, em 1938, do Pacto de Munique entre a Inglaterra, França, Alemanha, Itália, Hungria e Polónia reconhecendo o direito da Alemanha a uma parte da Checoslováquia, os Sudetas (a outra foi invadida em Agosto do ano seguinte pela Alemanha, Hungria e Polónia) e a anexação da Áustria, Albânia e Lituânia pelo regime hitleriano.

Hitler não fazia segredo da sua intenção de atacar a URSS para se apropriar dos campos de petróleo, combustível de que era totalmente dependente, e fazer da Ucrânia o celeiro alemão. Sentindo o cerco apertar-se e a inevitabilidade da guerra, Staline insiste mais uma vez, em 1939, com a Inglaterra, EUA e a França para a realização de um tratado. Estas não só recusam como incentivam a Alemanha a atacar a URSS, dando a entender que se manteriam neutrais.

Em Agosto, Hitler ameaça atacar a URSS. Staline, completamente isolado e fracassadas as políticas de aproximação e entendimento com as democracias e os nulos resultados das frentes antifascistas, propõe à Alemanha um pacto de não-agressão. A Alemanha aceita e invade a Polónia. A Inglaterra e a França, alarmadas com a aliança entre a URSS e a Alemanha, sentem-se ameaçadas e declaram guerra à Alemanha. A URSS ocupa a parte que lhe calhou da Polónia e a Finlândia, aliada dos nazis, ataca a URSS em 30 de Setembro. Em 22 de Junho de 1941, a Alemanha ataca a URSS, depois de ter submetido todos os países ocidentais, à excepção da Inglaterra.

AS CULPAS DE STALINE

Se é verdade que não estava nas mãos de Staline evitar a guerra e que o Pacto Germano-Soviético serviu para dar tempo à URSS para se preparar para o ataque que sabia inevitável, não há qualquer razão para tecermos loas à suposta genialidade de Staline. Além do cortejo de horrores que acompanhou as purgas estalinistas e que conduziu também à decapitação do Exército Vermelho, a forma como Staline ignorou os avisos que lhe chegavam de que Hitler se preparava para atacar a URSS – o que se traduziu na captura e massacre de alguns milhões de soldados soviéticos apanhados desprevenidos pela ofensiva nazi, facto geralmente elencado para diminuir Staline – há outro tipo de razões, bem mais sérias e decisivas que estas.

Staline não foi a vítima inocente da aliança não declarada entre as democracias e o fascismo que, em desespero de causa, se teria visto obrigado a entender-se com o diabo para sobreviver. O pacto Hitler-Staline resulta também do fracasso da sua política – imposta à Internacional Comuista e ao movimento comunista internacional – de contenção do perigo fascista através do aliciamento das potências democráticas e do namoro à social-democracia. A política das frentes populares antifascistas não produziu os resultados esperados porque apelava, não à unidade por baixo, entre os trabalhadores, mas aos entendimentos por cima, entre governos e chefes dos partidos democratas (em França, mas não só, o PCF até chegou a apelar aos fascistas descontentes); porque trocou a unidade na acção e na base por uma mirífica unidade política da classe operária, o que se traduziu no apelo à fusão dos partidos comunistas com os social-democratas e no alastramento e fortalecimento do oportunismo de direita no seio do movimento comunista.

Staline viu-se na contingência de assinar um pacto com os nazis e com ele lançar a confusão, a desorientação e a cisão no movimento comunista, porque há muito que deixara de pensar como um revolucionário comunista e a URSS de ser um Estado governado por proletários – se é que alguma o foi, a não ser por breve momento.

Staline comportou-se como aquilo que de facto era: um dirigente burguês de um regime anti-operário de capitalismo de Estado. Por recear a luta revolucionária do proletariado, optou por procurar apoios na burguesia democrática. Se ainda fosse um revolucionário comunista, teria procurado fazer o contrário: que a luta do operariado russo e de todo o mundo contra o perigo fascista transformasse a Segunda Guerra Mundial numa onda de revoluções, a exemplo do que Lenine defendeu quando da Primeira Guerra. Em vez disso, optou por apelar à defesa das democracias burguesas e à “grande guerra patriótica”.

 
 
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Comentarios (20)

#3

21-10-2009 19:52

No nos la demos de profetas, nadie sabe lo que hubiera ocurrido si Stalin no hubiera firmado el Pacto de no Agresión.

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#5

21-10-2009 20:04

Si bueno no llega a ser por USA (nos pese o no) y a rusia se la focka alemania, fueron los estados unidos los que decantaron la balanza no la URRS.

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#6

21-10-2009 20:10

El mundo no es nazi gracias al heroismo de los trabajadores y del pueblo sovietico.El pacto vergonzoso que firmo el asesino de revolucionarios stalin con el asesino de revolucionarios hitler no garantizo la neutralidad de la urss, como era la intencion de la camarilla stalinista, lo  cual quedo demostrado con el ataque posterior. Ataque que tuvo consecuencias  desastrosas, por la incompetencia del mando militar stalinista, que por cierto, era recientemente renovado por una enorme purga que afecto a un gran numero de oficiales competentes y a un gran genio militar, como el general Tujachevski.No falsifiqueis la historia, esbirros, en argentina apoyasteis la dictadura de videla, en cuba a batista, en españa, francia, italia..desarmasteis a los obreros¡¡en bolivia traicionasteis al che..quereis que sigamos?

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#9

21-10-2009 20:31

nº 7 conozco a lxs que son como tú, no paráis de repetir la frase que os habéis aprendido en los 2 panfletos que os habéis leído

el pacto germano-soviético no fue más que una traición a la izquierda y al comunismo de Europa y de todo el mundo. Dejar que la Alemania nazi invadiera media Europa no es comunismo, es traición, una de tantas que realizó la contra-revolucionaria URSS

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#11

21-10-2009 20:42

AL 8    no te ilusiones que no desconozco los contactos e intercambios de informacion, material, tecnologia, etc, entre el alto mando sovietico y el aleman en los años 30.Tampoco desconozco que estos contactos,AUTORIZADOS POR STALIN, luego fueron usados como " pruebas" para purgar al ejercito rojo..por cierto, supongo que putna habra terminado en un paredon,no? y en cuanto a esta profesora francesa..no te parece extraño, tanto interes por Tujachevski? y si por las dudas, la envenenamos? nunca se sabe donde se esconde un enemigo del pueblo, mas vale prevenir, no te parece, piolet?

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#13

SADE|21-10-2009 22:50

El Pacto Molotov-Ribbentrop es uno de los hitos de la historia gloriosa del socialismo. Sin ese pacto no habría habido Stalingrado, ni mucho menos la entrada del Ejército Rojo en Berlín en 1945.

Quienes no entienden  esto o tienen mala fe -los de la secta triskante-  o son analfabetos históricos funcionales.

Los trosqui-tramposos mienten como tahúres pero no  engañan a nadie: lean las memorias de Buñuel, sobre si la izquierda de entonces, la de verdad, entendió o no ese pacto. Sólo los torpes y los muy listos -por cierto, las dos categorías de inteligencia que pueblan la secta triskante-, en todo caso una minoría exigua,  se opusieron al pacto.

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#14

MaoTse-tung|22-10-2009 00:17

No me puedo creer que no entendáis que la Unión Soviética estableció contactos diplomáticos con Francia y el Reino Unido para formar un frente antifascista pero que éstas le dieron calabazas porque ya les iba bien que Hitler buscara su espacio vital hacia el este, atacando al primer estado socialista.

Pero  a las democracias burguesas el  tiro les salió por la culata y la Unión Soviética acabó firmando un Pacto de No Agresión brillante desde el punto de vista táctico y que fue clave para decantar la 2ª Guerra Mundial a nuestro favor.

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#20

Contraofensiva|22-10-2009 02:04

Repetida e incansablemente los comunistas debemos aclarar a la clase obrera la peligrosidad y la traición que significa pactar con la burguesía, según los más estrictos principios leninistas que algunos tanto defienden...

¿Cómo se puede justificar entonces un pacto con el fascismo?

Los argumentos que dan algunos compañeros en favor del pacto, describiéndolo como la salvación para la clase obrera y el pueblo ruso, bastante se parecen a los que daban los traidores socialdemócratas al apoyar la guerra imperialista de 1914, justificando su posición de la misma forma que ahora algunos compañeros justifican el pacto con el fascismo. En ningún caso es justificable la guerra, sabiendo los comunistas que al no ser derrotado el proletariado de su país, será explotado el proletariado "enemigo", traicionando el internacionalismo que dicen representar.

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#21.- A todos: Sed productivos

22-10-2009 03:40

Atados en rencillas aldeanas se tornan en improductivos.En gastarse en insultos.

Lo dijo José Martí, en un texto llamado Nuetra América, lo que quede de aldeanos debe desaparecer. Los tiempos no son para desgastar energías (medios, capacidad y creatividad de todos).

¿Podrían aportar algo para millones que sufren y mueren a diario sin ninguna esperanza?

El saldo es la esterilidad e improductividad con insultos no se resuelven los problemas actuales.

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#22

SADE|22-10-2009 07:59

Otro de los "argumentos" de la secta trosquista contra el pacto Ribbentrop-Molotov  es que la URSS negoció con Alemania porque -ya conocemos la ecuación-  Hitler=Stalin.

Cuando, el 1 de septiembre de 1939, Hitler invadió Polonia, Gran Bretaña -la vieja democracia inglesa, la misma que impulsó el pacto de no intervención en la Guerra Civil española, la que con ardor  defendió Orwell frente al expansionismo soviético- mantenía vigente con  la Alemania nazi un convenio de guerra naval.

El sectarismo  trosquista,  tomando la realidad por sus deseos, se delata a cada instante: ya explicamos que uno de sus más gratos delirios es que Hitler ganó la II Guerra Mundial derrotando a ese tigre de papel que fue Stalin (insospechadamente les dábamos la razón); cuando hablan del pacto R-M, se deshacen de gusto viendo cómo Hitler invade la URSS  mientras Francia y Gran Bretaña sellan otro pacto de no intervención.

Os hacen trampa vuestros íntimos anhelos.

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#28

SADE|22-10-2009 09:19

Nos referíamos  en algún comentario más arriba  a las categorías de inteligencia que  cohabitan en la secta trosquista; pues bien, el # 25 es de la primera: del grupo de los torpes. Ni siquiera el viejo concepto de "tonto útil" le resulta aplicable.

En ese último  amanecer del mundo que será el triunfo de la revolución permanente se ha ganado por derecho propio  un puesto de trabajo a la medida de sus capacidades: en la caseta  del perro de la finca del comisario del pueblo correspondiente.

Cave canem! 

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#29.- Chiquito del piolet

Deskojonao|22-10-2009 09:42

  ¿Saben aquel que diu?: "Stalin no controlaba los Juicios de Moscú, de hecho, los archivos desclasificados y la biografía de Molotov -creo- deja clara su disconformidad con muchos de los juicios que afectaron a compañeros suyos y por los que no pudo hacer nada".

JUASJUASJUASJUASJUASJUASJUAS.....JOJJOJOJOJOJO,,,,JJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJA...

  La hostia, tío, no se si me parto más contigo o con el camarada BOBOVA. ¿por qué no formáis dúo? 

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#33

SADE|22-10-2009 11:12

El argumento para el trosquista no es una antítesis. No, no, no. No es parte de un proceso dialéctico, es decir, una negación, a su vez,  negable. No, no, no. De aquí que sea sencillamente imposible discutir con un sectario trosquista.

El mecanismo de pensamiento del sectario trosquista es una perpetua demostración de una verdad absoluta,  la absoluta maldad de Stalin.  El mecanismo es análogo a la homilia  de un sacerdote católico:  leo un pasaje del Nuevo Testamento, diserto sobre él  -normalmente de modo muy torpe- ergo  Dios existe.

La estructura de los artículos-ladrillo de PG-A, que un día calificamos de onanismo mágico,  es siempre así. Cualquier no dogmatizado lo puede observar. 

No he conocido a ningún "estalinista" que no critique científicamente a Stalin o sea capaz de asumir una crítica de ese tipo. No he conocido a ningún "trotskista" que ose salir del círculo infernal de la verdad absoluta de  la maldad absoluta de Stalin: ésta es su auténtica ideología, un círculo, un dar vueltas sin fin, o por decirlo dandole la vuelta a la genialidad del  Fundador,  una permanente  revolución.

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#34.- Habemus Papa San Sade II

Groucho MARX|22-10-2009 16:54

A su Santidad Sade II:

Su Santidad MOLA cantida.Hay que ver lo que estoy aprendiendo con Su Santida.lo hace mejor que Razzzzzinger  zzzz.Que lecciones  tan mayestaticas nos da usted de la Biblia y El Santo Evangelio.Hay que ver como crece su santa iglesia de la que NOSSS formamos parte.Y esa manera y salero de pontificar !ole!.

Lo que mas me mola de Su Santiddaa, es como aplica los cilicios a esos trtskos malvados.

Ruego a su Santidaa, me de la dirreccion del convento donde Su Santida Estudio,pa ver si se me pega algo, por aquello de vivir mejor que un cura ,que eso si que mola.Es Gracia que espero merecer suyo en CRISTO.Groucho

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#35

SADE|22-10-2009 17:48

¡Qué poca gracia tienes, Groucho Engels!  ¡A ver si cultivas el ingenio! Seguro que con un poco de esfuerzo terminas escribiendo un comentario graciosillo.

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#36

22-10-2009 17:55

El problema del troskismo es el totalitarismo inherente al mismo. Si cuestionas a Mr. Piolet Trotsky la cagaste y te defenestran a golpe de censura fascista. Que hubiera hecho esta banda de troskorreformmistas del carajo en los años que la URSS fue acosada por el nazismo hasta el exterminio. ¡¡¡Rendirse como ratas!!! Mientras que la consigna del camarada Stalin fue la de resistir o morir. Pobres diablos

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#37

22-10-2009 21:33

No trasladeis el problema alos trotsquistas, la union sovietica pacto con la alemania nazi y vosotros lo justificais como un glorioso hito del socialismo si es que no me creo ni una sola de vuestras palabras que solo sabeis escribir mentiras y acusaciones que solo os creeis entre vosotros, dejaos de acusaciones a los troskos, pactasteis con el nazismo!

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#38.- menudo debate.

patxi roca alta|23-10-2009 08:56

No se puede leer mínimamente de qué va un debate si faltan la mitad de los comentarios, censurados por el administrador. Una cosa es que sean ofensivos y que sean descorteses, y otra es que hay respuestas que también lo son y ahí permanecen.

Creo que debéis buscar una solución, como por ejemplo, que no aparezca automáticamente y que para leer un comentario censurado se pueda clickar sobre el títuloy se abra después.

Es que así no hay manera y además queda feo.

Saludos.

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#39

23-10-2009 20:12

qué tiene que ver "el troskismo" con todo esto?

La contrarevolucionaria URSS P-A-C-T-Ó-C-O-N-L-A-A-L-E-M-A-N-I-A-N-A-Z-I

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#40

26-10-2009 23:34

Trotskos, piojadas permanente, son como una invasión de ladillas, solo que con sarna adquirida voluntariamente.

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