O Centro para os direitos sociais e econômicos de Jerusalém (JCSER) denunciou que a 125.000 palestinianos residentes em Jerusalém poderia eventualmente ter sido retirado o direito viver na sua cidade por causa do muro de separação e das políticas judaisantes adoptadas pelos sucessivos governos israelitas. JCSER advertiu que Jerusalem está a ser sujeito ao processo mais perigoso de judaismo, que é demográfico na natureza e projecta controlar, tanto quanto possível, as terras que permanecem como propriedade dos cidadãos palestinianos.  
O jornal de Haaretz de último sábado citou dados da municipalidade de Jerusalém que confirmam a deportação de aproximadamente 50.000 palestinianos da cidade como consequência directa da construção do muro de separação que está a ser erguido em torno de Jerusalém.
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